Libras

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
CURSO DE PEDAGOGIA





LIBRAS


















Ribeirão Preto
2012
1º RELATÓRIO DO GRUPO
A TEMÁTICA DA SURDEZ EM SEUS ASPECTOS MÉDICOS, CULTURAL.
E
SOCIAL E SOBRE LIBRAS E A CULTURA SURDA EM SEUS ASPECTOS.

A língua brasileira de sinais (LIBRAS)é uma língua de sinal (Língua Gestual) usada pela maioria dos surdos dos centros urbanos brasileiros e reconhecida pela lei 10.436. È derivada tanto de uma língua de sinais autóctone quanto da língua gestual francesa, por isso e semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América.
As LIBRAS não é a simples gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte, como ocomprova o fato de que em Portugal usa-se uma língua de sinais diferentes, na língua existem palavras, nas línguas de sinas também existem itens, que recebem o nome de sinais. A diferença é a sua modalidade, articulação, a saber, visual espacial ou cenésico-visual.
Para- se comunicar em libras é preciso conhecer sinais, estabelecendo comunicação os sinais surgem da combinação de configurações demão, movimentação e de pontos de articulações locais no espaço e no corpo onde os sinais são feitos, os quais juntos compõem as unidades básicas dessa língua.
As libras se apresentam como um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, unidos de comunidades de pessoas surdas do Brasil, como que qualquer língua na libra, existem diferenças regionais.
Portanto deve se teratenção às suas variações em cada unidade federativa do Brasil.
Devido às constantes modificações e progresso neste campo, nas concisões de ensino de língua de sinais, tem-se dado ênfase ao mecanismo de aprendizado visual do surdo e a sua condição bilíngue bicultural. Contudo, o surdo é bilíngue bicultural no sentido de que convive diariamente com duas línguas e culturas: a língua de sinais(cultura surda) e língua oral (cultura ouvinte).

CULTURA
Ao longo dos anos, as pesquisas interdisciplinares sobre surdez e sobre as línguas de sinais, realizadas no Brasil e em outros pais, tem contribuído para a modificação gradual da visão dos surdos, compartilhada pela sociedade ouvinte em geral.
Esse estudo tem classificado os surdos em duas categorias:
• Osportadores de surdez patológica normamente adquirida em idade adulta;
• E aqueles cuja surdez é um traço fisiológico distintivo, não implicando, necessariamente, em deficiência neurológica ou mental; este é o caso da maioria dos surdos congênitos.
Em alguns casos, apesar do bloqueio auditivo, o seu domínio da língua oral pode se equiparar aos ouvidos e acompanhamento fonoaudiológico.No Brasil, existem pelo menos duas situações em que a lei confere ao surdo o direito a intérprete de LIBRAS:
• Nos depoimentos e julgamentos de surdos (área penal);
• E o processo de inclusão de educando os surdos nas classes de ensino regular (área educacional).

Políticas para educação de surdos, Gladis (1998a); passou-se a falar de bilinguismos e suasimplicações na educação de surdo (Souza, 1998; Scliar,1998b).
Sob este olhar nas diferenças, as identidades surdas (Gladis, 1998b) se transpareceram como uma “construção histórica e social, efeito de conflitos sociais, ancoradas em pratica de significação e de representação compartilhadas entre surdos” e ouvintes. As pressões das organizações não governamentais de surdo e ouvintes, das escolas e depolíticos culminaram com a homologação, pelo presidente da republica, das LIBRAS, como língua oficial dos surdos (lei no. 10.436, de 24 abril de 2002).
Mas paralelamente a esse repensar e buscar de alternativas, em 1991, a resolução 45/91 da organização das nações Unidas – ONU destaca uma Sociedade para todos e coloca o ano 2010 como sendo o limite para que as mudanças necessárias...
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