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COMO DEVE SER A INCLUSÃO DO DEFICIENTE AUDITIVO NAS AULAS DE LEITURA E ESCRITA
























Itumbiara, setembro de 2013.

PABLINE DINATO VILELA






















COMO DEVE SER A INCLUSÃO DO DEFICIENTE AUDITIVO NAS AULAS DE LEITURA E ESCRITA






INTRODUÇÃO

Este projeto de pesquisatem como tema uma busca de como se efetua a inclusão do deficiente auditivo nas aulas de leitura e de escrita. Para tanto, escolheu-se um título que determina um levantamento de como o deficiente auditivo é incluído na escola formal para aprender a ler e escrever.
Explica-se que este assunto chamou atenção nas aulas de educação inclusiva e nas aulas de LIBRAS, pois, compreende-se que a nossalinguagem é uma língua diferente da que os deficientes auditivos utilizam para se comunicar, elaborou-se o problema: Quais os métodos e recursos utilizados pelos professores para incluir na língua portuguesa nas aulas aos deficientes surdos?
Com vistas nesse problema, elaborou-se como objetivo geral investigar 4 artigos que indicam como os professores que trabalham com crianças deficientes auditivas,investigando quais os métodos e recursos que indicam para ensinar a língua portuguesa aos mesmos. Dando continuidade, apresentam-se os objetivos específicos, buscando verificar e analisar por meio do depoimento perante a escrita dos artigos, quais as dificuldades como também as facilidades de se trabalhar com a criança com deficiência auditiva na escola.
Justifica-se este projeto pautado nanecessidade de que é necessária a inclusão de todas as pessoas com necessidades especiais. Para tanto, é importante que busquem seu desenvolvimento para poder exercer sua cidadania, aprendendo além de sua linguagem de sinais, também a língua portuguesa, o que socialmente abre as portas de comunicação destes indivíduos com a sociedade. Pedagogicamente, esse trabalho poderá fornecer métodos eorientações pedagógicas de ações para ensinar a ler e a escrever, comprovando assim também a importância científica, no momento de sua comunicação.














CAPITULO I

O DEFICIENTE AUDITIVO

Nesse capítulo pretende-se descortinar a história do processo de inclusão ocorrida no Brasil após a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação; lei nº 9394/96, artigo 58, capítulo V.1.1 A educação dos deficientes auditivos no mundo

Segundo Couto (1980), durante séculos a deficiência auditiva foi tratada como um problema psíquico do indivíduo. Então o conhecimento científico provocou a evolução no entendimento sobre essa deficiência, despertou a busca e compreensão do indivíduo.
Couto (1980) prossegue afirmando que, quando se iniciou o processo de distinção dos grausde deficiência auditiva, quem nascia surdo não poderia ser educado, era considerado idiota.
Os nossos antepassados achavam que a criança surda possuía deficiência mental ou baixa inteligência. A causa principal dessa desconfiança era porque os surdos recebiam poucos estímulos e apresentavam pouco rendimento e baixo desenvolvimento intelectual, pois não conseguiam se comunicar.
Observando atrajetória histórica do ontem e o processo hoje, a história da humanidade foi testemunha de como as pessoas com deficiência foram excluídas da sociedade. Durante os séculos X a IX a.C, as leis permitiam que os recém-nascidos com sinais de debilidade ou algum tipo de má formação fossem lançados ao monte Taigeto. As crianças que nasciam com alguma deficiência eram deixadas nas estradas para morrerem.Diante da literatura antiga, a Bíblia faz referência ao cego, manco e ao leproso como pedinte ou rejeitados pela sociedade (KANNER, 1964, p. 4).

Kanner (1964, p.5), relatou que "a única ocupação para os retardados mentais encontrados na literatura antiga é a de bobo ou de palhaço, para a diversão dos senhores e de seus hóspedes". Com a expansão do comércio os deficientes passaram a ser um peso...