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UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ- UVA

CURSO: LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA











MICHELY FREIRE SILVA









A ORALIDADE E A ESCRITA NAS SÉRIES INICIAS















ALTO SANTO

2011











MICHELY FREIRE SILVA













A ORALIDADE E A ESCRITA NAS SÉRIES INICIAIS





Artigo apresentado ao curso de Licenciatura em Língua Portuguesa daUniversidade Estadual do Vale do Acaraú- UVA, como requisito à obtenção do título de Licenciado.

Orientação: Professora Maria Luciene Maia Freire.
















ALTO SANTO

2011






A ORALIDADE E A ESCRITA NAS SÉRIES INICIAIS









Artigo apresentado no Curso de Licenciatura emLíngua Portuguesa da Universidade Estadual Vale do Acaraú- UVA, como requisito à obtenção do título de Licenciado.













Prof(a) Ms Orientador(a): Maria Luciene Maia Freire
Instituto de Estudos e Pesquisas Vale do Acaraú-IVA




Prof.(a) Avaliador







Prof.(a) Avaliador






Alto Santo, _____ de______________ de 2011.



A ORALIDADE E A ESCRITA NAS SÉRIES INICIAIS














RESUMOO presente artigo tem como objetivo principal: mostrar as semelhanças e diferenças entre oralidade e escrita, bem como sua aplicação nas séries iniciais entre as crianças. Pretendo com ele enaltecer que um bom orador pode escrever bem e um bom escritor pode falar bem. Utilizo correntes de pensamentos de estudiosos, filósofos, educadores para justificar minhas observações. Mostro tambémalgumas atividades práticas no decorrer de meu artigo. Procuro desmistificar o erro na pronuncia e escrita de algumas palavras.















Palavras Chaves: oralidade, escrita, crianças, erro e professor.





INTRODUÇÃO



O assunto que abordaremos nesse trabalho será a Oralidade e a escrita nas séries iniciais.

Tratar da fala e de sua representação gráfica é um tema complexo, o aluno viveacometido da palavra “errado” quando ele escreve certa palavra exatamente da maneira que ele pronuncia.

Precisamos levar em conta de onde essa criança veio, qual região ela está inserida, entre outros aspectos. O erro deve deixar de ser visto pela escola como incapacidade do aluno e não significa que devemos deixar as crianças escreverem com a grafia diferente da regra normativa da línguaportuguesa sempre, devemos refletir sobre a estrutura da língua escrita e suas diferenças com relação à fala, dando um espaço para que o aluno compreenda como deve ser escrito tal palavra, sendo assim um processo de descoberta.

É preciso deixar a criança falar, que às vezes por ora, considerada incorreta, vá se aperfeiçoando, vale ressaltar que para andar e aprender a levar a colher sozinha na boca,a criança passa por um processo de “erros”.

É de fundamental importância identificar se a criança tem dificuldades na pronúncia de determinadas palavras, estabelecidas as dificuldades reais é preciso um acompanhamento rigoroso e precisamos levar em conta esta dificuldade fonológica para sim sabermos que atividades aplicarmos, visto que existe uma estreita relação entre a fonologia e a grafiadas palavras.

A criança que não domina ainda uma grafia “correta” se sente muitas vezes excluída da sala, pois ela própria julga-se inferior as outras e precisamos engajá-la na turma.

O nosso trabalho está dividido em dois planos: teórico e prático. No primeiro caso utilizaremos falas de Marcushi, Travaglia,Coelho, Piaget, dentre outros, além de pesquisas bibliográficas em revistas acerca doassunto abordado para casar com nossas projeções e conclusões feitas durante o nosso estudo, em seqüência a isto faremos a pesquisa de campo complementando a teoria com um estudo de caso.



1- ABORDAGEM TEÓRICA



A oralidade pode ser despertada utilizando-se da linguagem visual, visto que quando o professor mostra imagens em sala de aula, as crianças interagem conversando, nos evidenciando...
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