Lei de hook2

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Lei de Hooke
Acadêmicos: Etienne Tainá Damaceno Ferreira Fernando Garibotti de Oliveira Marcos Willian Calcagno Lupatelli Matheus Pagliarini Rodrigues Maxsoel Rodrigues Zuza Da Silva Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão Departamento de Engenharia de Produção Engenharia de Produção Agroindustrial FECILCAM _ Faculdade Estadual de Ciências e Letras
No presente relatóriocomprovamos experimentalmente a lei de HOOKE e através desta conseguimos os valores de elongação numa mola ao aplicarmos uma força ( primeiramente com um apenas uma massa) e pudemos verificar que ao aplicarmos nela uma força a mesma sofre uma deformação, podendo ela ser ou não observada. Em seguida, repetimos o processo com duas molas associadas em serie e em paralelo. Obtivemos o valor da constanteelástica de cada mola separadamente e depois, nos sistemas em série e em paralelo, obtivemos também o ponto de equilíbrio de cada sistema.

Introdução Neste relatório comprovaremos experimentalmente a Lei de Hooke, mas antes devemos entender esta lei e como ela é definida. A Lei de Hooke pode ser descrita da seguinte maneira: Quando aplicamos uma força F a uma mola, provocamos na mesma uma deformaçãox, verificando que a intensidade da força é diretamente proporcional à deformação provocada. Sendo, descrita matematicamente pela fórmula: (1), onde F é a força, k a constante elástica da mola e x a deformação sofrida pela mola e sua unidade de medida é o n/m [1]. Observando a formula (2) pode-se notar que F
descreve uma dependência linear entre x, escrevendo esta dependência na forma y = ax + b,temos a seguinte correspondência: y = ax + b. ↓ ↓ F = K. x, Sendo assim temos o coeficiente angular α da mola correspondendo ao valor da constante K, e o coeficiente linear a b=0. Portanto, é possível determinar a constante elástica da mola graficamente. [2]

(2), a partir desta fórmula definiremos a unidade da constante K no SI é o N/m. Na realização deste experimento usamos molas em série eem paralelo. Para encontrarmos a constante K das molas juntas usamos a relação, para as molas em série: (3). E para as molas em paralelo usaremos a fórmula: (4). Para chegarmos nestas fórmulas, usando a fórmula (1) e recordando-se que a força resultante é a somatória de todas as forças temos: F=k∆x F=k1+k2 k∆x=k1∆x+k2∆x, obtemos a fórmula (4), utilizada para as molas em paralelo. No caso das molasem série temos que, a deformação x é igual à soma das deformações x₁ e x₂ de cada mola, substituindo na fórmula (1): F=k(∆x1+∆x2) f/k= ∆x1+∆x2, como ambas as molas estão sobre a ação da mesma força, temos: F = K₁. x₁ = K₂. x₂ Isolando o ∆x em cada igualdade: x₁ =

Já para determinarmos a constante elástica da mola partindo da fórmula (1), ao isolarmos a constante K, temos que:

x₂ = Esubstituindo na igualdade anterior: = + Simplificando a equação obtemos a fórmula (3), utilizada para as molas em série. Para este experimento devemos entender como funciona um dinamômetro e que tipo de conceito é utilizado para o seu funcionamento. O dinamômetro de mola é constituído de uma mola helicoidal, tendo na sua extremidade superior um cursor que desliza sobre uma escala previamente graduadaquando o dinamômetro é calibrado. Na outra extremidade da mola é aplicada a força (F) que se quer medir, como é demonstrado na figura (1). [3]
Figura I: apresenta como é um dinamômetro.

Na realização deste experimento foram necessários os seguintes materiais: um tripé, duas molas helicoidais, um conjunto de massa acopláveis de 50g e gancho lastro, um perfil universal com escala milimetrada e umsuporte móvel para associações de molas em paralelo. Montamos o aparelho, primeiramente executamos o experimento com uma das molas, fixando uma das extremidades no suporte móvel e a outra ao gancho lastro onde foram colocados os pesos, anotando as variações na elongação da mola conforme cada peso foi sendo acoplado. Como pode ser observado na figura (3):
Figura 3: apresenta experimentalmente...
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