Lalala

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  • Publicado : 8 de novembro de 2012
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Introdução

O trabalho está, portanto, no centro das nossas vidas e esta particularidade histórica e etnológica tende a mundializar-se na base do que Karl Polanyi analisou sob o nome de “grande transformação”, isto é, a criação e o desenvolvimento do mercado mundial. O significado e o valor moral e social do trabalho, nos dias de hoje, ainda são para nós determinados pelo estilo de vidaocidental e pelo devir-mercadoria do mundo.
A Base da Cultura Capitalista Moderna é do surgimento do comércio virtual agregando valores ao estabelecimento do orçamento setorial. E também a execução dos pontos do programa acarreta um processo de reformulação e modernização do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Evidentemente, o entendimento das metas propostas apresentatendências no sentido de aprovar a manutenção das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. No entanto, não podemos esquecer que a estrutura atual da organização deve passar por modificações independentemente dos procedimentos normalmente adotados. Do mesmo modo, o novo modelo estrutural aqui preconizado garante a contribuição de um grupo importante na determinação dos níveis de motivaçãodepartamental.



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Conclusão

A cultura do capitalismo se define em lucro, dinheiro e poder.
Ou seja: é a busca pela hegemonia econômica. Pareceu complicado? Vamos simplificar!

O ponto positivo desse sistema, é que ele consegue unir economias de diversos lugares do mundo (ex. Tóquio e NY podem estar em diferentes continentes, mas com tecnologias bempróximas), interligando os países. Mas a parte negativa, é que devido à agilidade de crescimento, e à dependência do contexto histórico, o sistema apresenta períodos de lucro extremo, e outros de recuo e crise.

Ou seja: a cultura do capitalismo é boa apenas pra quem está ganhando. Enquanto que as outras nações que não conseguem acompanhar seu desenvolvimento ficam para trás, sendo quase que"descartadas" da economia mundial.

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Desenvolvimento

Houve uma combinação de fatores, no Ocidente, que permitiu a emergência de fenômenos culturais dotados de um desenvolvimento mais amplo em seu valor e significado. Fatores materiais eespirituais contribuíram para a consolidação do capitalismo de tipo ocidental: a separação da empresa da economia doméstica, a criação de uma
contabilidade racional, a organização racional do trabalho, o desenvolvimento de possibilidades técnicas, o desejo capitalista de acumular riquezas sem usufruí-las - desejo este orientado “pela difusão dos valores ascéticos secularizados” (CUCHE, 1999: 165), ouseja, a cultura. O desenvolvimento do capitalismo ocidental é fruto da conjugação de fatores econômicos e espirituais - estes últimos correspondem a valores que moldaram o comportamento dos agentes sociais e regulamentaram
sua conduta. Nesse sentido, observamos a formação de uma ‘mentalidade econômica’, de um ethos correspondente a um determinado sistema econômico. Portanto, mesmo os fatoresmateriais são prenhes de significados culturais.
Para Weber, entretanto, restava ainda investigar qual a origem desse conjunto de ideias que motivou o surgimento e a consolidação de certo tipo de conduta. Ele não acreditava na tese do materialismo histórico, segundo a qual ideias, valores e representações constituem o produto de condições econômicas específicas: “A questão das forças motivadoras daexpansão do capitalismo não é, em primeira instância, uma questão de origem das somas de capital disponíveis para uso capitalístico, mas, principalmente, do desenvolvimento do espírito do capitalismo”.

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Resumo
A essência do capitalismo é a liberdade econômica. Práticas como empréstimos...
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