Kikoloko bem loco

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Organizações vistas como Sistemas Políticos
Gareth Morgan, neste capítulo, apresenta uma metáfora para tentar compreender as organizações como sistemas de governo nos quais, fatores como jogos de poder, interesses e conflitos dominam o cenário organizacional, tentando desvendar a detalhada política da vida organizacional. Casos também sao citados pelo autor em que a influência política estápresente em organizações, seja pelo ponto de vista do empregado ou do empregador.
Comparando o sistema politico estadual com o sistema empresarial, percebemos que eles são bastante parecidos. Tendo a função de organizar (política organizacional), enfatizando relações entre conflitos, poder e interesses, criando ordem e direção para pessoas com diferentes e contraditórios interesses. Aidéia de estabelecer os laços entre sistemas de regras políticas e modelos organizacionais tem sido apreciada há bastante tempo por cientistas políticos com interesse em compreender o significado político da organização. Conforme entendemos as organizações como sistemas de governo e tentando desvendar a detalhada política da vida organizacional é possível compreender qualidades importantes daorganização que geralmente são ignoradas ou enconbertas. Um exemplo de um executivo bem sucedido, Lee Iacocca, citado por Gareth Morgan, que foi demitido pelo seu presidente, Henry Ford II. Alegava o Presidente Ford II, ter demitido Lee por causa de “divergências em seu modo de pensar”, porém a possibilidade de Iacocca ter ficado muito “importante”, podendo então, “tirar” o foco de Henry, é considerada.Acontecem esses tipos de situações pois o ser humano é naturalmente acostumado a usar sua filosofia em frente á tudo aquilo que participa, e nas organizações isso não seria diferente. Os desejos e a personalidade de cada indivíduo estão juntos a filosofia da empresa, e quando elas se separam, pode ocasionar uma “guerra”, muitas vezes não declarada e, raramente, bem acirrada. A análise dosinteresses, dos conflitos e do poder facilmente dão origem a uma interpretação maquiavélica, sugerindo inconscientemente que todo mundo esteja tentando enganar todo mundo. Várias formas de governo são utilizadas nas organizações, e não e nada provavel que iremos encontrar organizações que apenas utilize uma única forma, dentre eles temos a burocracia, autocracia, democracia e tecnoracia.
Existe umgrande foco em duas áreas estratégicas da organização, neste capítulo em especial. A politicagem interna, o cotidiano organizacional, interesses particulares envolvendo metas, objetivos, valores, desejos, etc. A parte burocrática que regula externamente as atividades dos seus funcionários, variando conforme os princípios políticos adotados. Se baseando na própria relação dos empregados. Essas duaspartes relatadas se complementam, inúmeros resultados positivos podem ser trazidos, se dirigidas de formas conjuntas. Sendo interessante explorar os principios e as metas pessoais direcionados para um funcionamento organizacional. A metáfora utilizada neste capítulo, ajudou a esclarecer que a realidade da política é um aspecto fatal na vida de uma organização. Analisando o modo em que estametáfora trata as organizações, a atividade política é bastante destacada, passando-se a ver a política em vários lugares, tentando encontrar intenções invisíveis, podendo então ocorrer um certo “desaforo” e desconfiança.

Organizações vistas como Prisões Psíquicas
Gareth Morgan, começa dando ênfase na questão de que nós mesmos nos aprisionamos em nosso consciente e subconsciente, impondo a nósmesmos, limites, ditando o que achamos impossível e possível de ser realizado, a forma dos nossos pensamentos em relação aos negócios, desta vez usando ao início do capítulo termos mais diretos e filosóficos do que biológicos, que voltam a ser vistos com maior frequência à partir de “Organização e Sexualidade Reprimida” onde ele explica que a maneira como a nossa sexualidade é reprimida pela...
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