Keynesianismo-fordismo e a generalização da política social

Páginas: 18 (4302 palavras) Publicado: 23 de setembro de 2013
UNIBRASIL – FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL
ESCOLA DE HUMANIDADES
CURSO SERVIÇO SOCIAL 3º PERÍODO
DISCIPLINA
POLÍTICA SOCIAL I










CAPÍTULO III
POLÍTICA SOCIAL
FUNDAMENTOS E HISTÓRIA














CURITIBA
2013













CAPÍTULO III
POLÍTICA SOCIAL
FUNDAMENTOS E HISTÓRIA








Trabalho apresentado à disciplina de PolíticaSocial. Faculdades Integradas do Brasil – UNIBRASIL, como requisito parcial de avaliação. Disciplina ministrada pelo Prof.ª Lorena Ferreira Portes.













CURITIBA
2013

INTRODUÇÃO

O trabalhado aqui realizado com base no Livro Política Social escrito por Elaine Rossetti Behring e Ivanete Boschetti onde as autoras apresentam a generalização das politicas sociais o contextoem que aconteceram, as lutas de classe,os primeiros modelos de seguridade social e a trajetória das Políticas Sociais no Brasil, de maneira critica e exploratória analisando e pontuando algumas indagações.


























Keynesianismo-fordismo e a generalização da política social
A origem da política social conforme estudos teve uma configuração significativaapós a Segunda Guerra que influenciou o mundo do capital, trazendo sua expansão e consolidação no período pós-crise de 1929-1932, tendo uma expansão do capitalismo maduro com taxas de lucros altas uma produtividade para as empresas e políticas sociais para os trabalhadores.
O capitalismo tardio ou maduro se caracteriza pelo intenso processo de monopolização do capital, pela intervenção do Estadona economia e no livre mercado instituições de caráter privado começam a surgir.
O liberalismo de Keynes se expressa pela intelectualidade sistemática visando maneiras para sair da crise dos anos de 1929-1932 que caracterizou em mudanças no mundo da produção, por meio do fordismo sendo essa a base para propiciar o surgimento e expansão dos direitos sociais, com a força trabalhista e o paradigmasocialista que se expandia a leste da Europa.
Para compreender e achar respostas para a crise de 1929 John Maynard Keynes defendeu a intervenção do Estado visando reativar a produção, tendo uma maior intervenção estatal na economia rompendo com os princípios liberalistas da época. O Estado então se torna produtor e regulador o que não significa um abandono do capitalismo nem a defesa dasocialização dos meios de produção.
Devido a depressão e ao desemprego generalizado dos fatores de produção onde os homens, matérias primas, máquinas não correspondem a economia política e não contribuem para os acontecimentos, Keynes questiona considerava a Lei de Say onde a oferta cria sua própria demanda impossibilitava a superprodução colocando em questão o equilíbrio econômico onde a economia éauto-regulável.
Segundo a análise de Keynes a mão invisível do mercado não acarretaria uma harmonia entre os agentes econômicos, sendo a demanda efetiva aquela que reúne bens e serviços onde há a capacidade de pagamento, quando essa demanda não se efetivasse o Estado interferia para evitar tal insuficiência evitando a crise.
O Estado por sua vez tinha uma perspectiva que se fundamentava emdois pilares sendo alcançados pela ação estatal como: gerar emprego e aumentar a renda promovendo maior igualdade por meio de instituições e serviços públicos, tendo um papel administrador atuando nas relações econômicas e sociais, onde o bem estar seria uma busca individual no mercado, porém aceitasse intervenção do Estado na produção para aquelas pessoas incapazes para o trabalho: idosos,deficientes e crianças cabendo a intervenção de políticas sociais.
Aos ideais keynesianistas agregou-se o pacto fordista que tinha por objetivo a produção em massa para o consumo em massa e esse modelo foi mais do que uma mudança técnica com a linha de montagem foi uma maneira de regular as relações sociais em condições determinadas, sendo um novo modelo de reprodução da força de trabalho uma nova...
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