Justiça e equidade

789 palavras 4 páginas
Obsolescência Planejada
No filme, The Light Bulb conspiracy (A conspiração da Lâmpada) a cineasta defende a Obsolescência Planejada na forma tecnológica pura e também na forma psicológica, em que o consumidor voluntariamente substitui algo que ainda funciona só por querer algo ainda melhor. As pessoas não consomem apenas para satisfazer as suas necessidades mais básicas, mas, sim, consomem para satisfazer necessidades consideradas secundárias, com a finalidade de se realizarem, se mostrarem socialmente.
O documentário dá alguns exemplos da obsolescência programada, utilizada, para diminuir a vida útil de impressoras da marca Epson, que, por exemplo, quando chega a uma determinada quantidade de páginas impressas, deixa de imprimir. Outro exemplo é a Dupont que descobriu uma fibra sintética revolucionária o nylon, no entanto, teve que tornar o material menos resistente e duradouro, para que continuasse havendo consumo. Além do caso das primeiras linhas do iPod, cuja bateria tinha a programação para durar aproximadamente 18 meses, incentivando a compra de outro aparelho por um novo.
É contada também a história de uma lâmpada incandescente que funciona ininterruptamente desde 1901 (111 anos). No entanto, o documentário revela que em 1924 formou-se o primeiro cartel do mundo, visando o controle na fabricação de lâmpadas, com o objetivo de que estas se tornassem menos duráveis, para que as pessoas não deixassem de consumir periodicamente. Com certeza, Thomas A. Edison não poderia imaginar, em 1881 quando pôs a venda sua primeira lâmpada, que seu invento científico seria alvo, a partir do surgimento do cartel Phoebus, de uma limitação técnica intencional, para que sua vida útil fosse de apenas 1000 horas.
O filme ainda mostra que a obsolescência programada surge quase ao mesmo tempo em que a produção em massa e a sociedade de consumo. Esse padrão iniciou-se desde a revolução industrial onde saiam das maquinas produtos mais baratos, portanto mais acessíveis, no

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