Jovens e cidadania

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Relatório do trabalho “Jovens e Cidadania”


No âmbito da disciplina de Sociedade Portuguesa e Multiculturalidade, foi-nos proposto pela docente, que a partir do texto “Jovens e Cidadania”, elaborássemos um diagrama visual.
Nesse diagrama deveriam figurar aspectos que nos remetessem de imediato para o tema em abordagem.

O diagrama que se segue foi o nosso esquema inicial. Aquando aapresentação para a turma, cada um destes rectângulos tinha respectiva definição e imagem correspondente.


[pic]





Uma das críticas feita pela professora foi que retirássemos todas as informações que dissessem respeito à cidadania fluida e empática, deixando apenas a cidadania participada e a abstracta e estática. Posteriormente concordámos com a sua opinião e achamos pertinente a suaproposta.








Outra das propostas foi elaborar um desenho em que figurasse as partes fulcrais do texto sobre jovens e cidadania.
Assim, e com um desenho base, feito pela professora, produzimos este diagrama visual:




















Tendo presente estes dois diagramas, que apesar de diferentes, esclareceram a compreensão do pertinente texto de José MachadoPais.


A sociedade dos nossos dias divide-se em duas importantes partes: urbs e polis.
Quando falamos em polis referimo-nos a uma configuração espacial própria que circunda a parte alta da cidade.


[pic]


Desta fazem parte cidadãos a que chamamos de “incluídos”. Estes estão integrados numa sociedade com princípios já estabelecidos; em que não revogam qualquer tipo de alteração dosmesmos. É, por isso, designada de cidadania de “cepa torta”. A Assembleia da República é um exemplo deste tipo de cidadania. No que concerne ao alargamento da cidadania podemos afirmar que se não sonharmos, então nada se fará e o país nunca mais sairá da cepa torta, é neste sentido que assenta a base do esquema e do texto.






















Contrariamente à polis, temos aurbs.

















No esquema, esta divisão é fomentada com a bandeira francesa e a portuguesa. A primeira porque o autor faz referência à Revolução Francesa e atribui-lhe alguma importância; a segunda pois o autor fala relativamente à situação de Portugal.














Na urbs temos cidadãos “incluídos” e “excluídos”.














Estes,últimos são os que vivem “ao sabor das ondas”, não se conformam com regras ou normas impostas pela sociedade.
Os skaters e os graffiters são exemplo disso; deambulam pela cidade, com valores característicos.























A cultura rave é outro exemplo; contudo estes são condenados aos seus próprios valores, criando em si mesmos uma “âncora” que os leva ao fundo.Os jovens são influenciados por valores, pelo meio em que vivem, pela imagem na medida em que esta é a construção da sua identidade. A identidade, portanto, e os direitos são também factores que influem os jovens.




















Os jovens lutam, até ao fim, por uma causa. E quem luta pela causa em que acredita e se rege,nunca perde. Estes batem-se com todas as (poucas) armas que têm. A causa nunca foi atacar alguém, mas demonstrar que o poder está nas mãos dos cidadãos.
Os cidadãos dispõem hoje de novas formas de se agregarem, e mesmo que não se consigam impor, estão dispostos a não se deixarem submeter.

Podemos então afirmar que do lado da polis a cidadania que persiste é uma cidadania abstracta e estática,esta é imóvel e o indivíduo apenas a conhece na perspectiva de pensamento metafísico. Já, no lado urbs, a cidadania que é valorizada é a participada, pois os direitos são conquistados, o indivíduo tem poder de criação na sua cidade.

























Os jovens não querem viver no conformismo!

Este facto relaciona-se com as politicas de juventude (grounded...
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