Joselmo

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO DO SERTÃO PERNAMBUCANO CAMPUS ZONA RURAL









ELABORAÇÃO DE MANUAL DE PROCEDIMENTO PADRÃO DE HIGIENE OPERACIONAL PARA A AGROINDÚSTRIA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO – CAMPUS FLORESTA-PE.





Pós graduando: Joselmo Silva dos Santos


Luciana Jatobá
(Prof.Orientador)


Floresta-PE. Setembro 2012.

1. Introdução

O mundo atual exige mais que conhecimento teórico, é necessária a vivência prática aliada à teoria em sala de aula. Desta forma, na escola, a integração entre a teoria com o desenvolvimento de atividades práticas relacionadas aos mais diferentes aspectos que possam ser encontrados dentro de uma indústria é de suma importância. O que podefacilitar a inserção do aluno no mercado de trabalho, vindo propiciar uma maior dinâmica no conhecimento e facilitar a inserção do aluno no mercado de trabalho.
Conforme Millar (1996) os seres humanos possuem uma curiosidade sobre o mundo natural que o mundo cientifico pode satisfazer
As aulas práticas devem satisfazer a curiosidade sobre os temas abordados na sala de aula. Para que tal fatoocorra com o melhor proveito é preciso que o ambiente da aula prática, em relação à agroindústria, sejam os mais similares possíveis as exigências legais para o exercício da profissão num ambiente industrial (BERNAL, 2010).
Durante as aulas práticas, os alunos têm a oportunidade de interagir com instrumentos de medição, equipamentos para operações unitárias específicas, entre outros, destaforma tornando-o mais próximo da realidade do trabalho. No entanto, nas aulas teóricas inexiste essa interação. Portanto, para o bom desenvolvimento das aulas práticas, o ambiente tem que atender às necessidades para sua realização, possibilitando assim uma oportunidade para o melhor desempenho profissional técnico. Pois, a prática não se desvincula da teoria (LEITE, 2008).
Por meio das aulaspráticas o aluno é despertado para a realidade mais próxima da indústria de alimentos onde aplicará seu senso crítico através dos conhecimentos adquiridos em sala de aula. Assim sendo, os recursos aportados no cotidiano acadêmico devem condizer com a prática na indústria alimentícia, contribuindo assim para um maior rendimento no aprendizado do aluno.
Os Procedimentos Padrão de Higiene Operacional(PPHO) do inglês SSOP (Standard Sanitizing Operating Procedures), são representados por requisitos de Boas Práticas de Fabricação (BPF) considerados críticos na cadeia produtiva de alimentos. Para estes procedimentos, recomenda-se a adoção de programas de monitorização, registros, ações corretivas e aplicação constante de check lists. Os PPHO’s preconizados pela Food and Drug Administration (FDA)constituíam, até outubro de 2002, a referência para o controle de procedimentos de higiene, data em que a resolução 275 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) criou e instituiu no Brasil os Procedimentos Operacionais Padronizados (POP’s), que vão um pouco além do controle da higiene, porém, não descaracterizam os PPHO’s, que continuam sendo recomendados pelo Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento (MAPA), inclusive em recente resolução que institui o programa PPHO a ser utilizado nos estabelecimentos de leite e derivados que funcionam sob regime de inspeção federal, como etapa preliminar de programas de qualidade como o APPCC (Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle). Os PPHO’s, assim como os POP’s e as BPF, fornecem o suporte necessário para que o sistemaAPPCC não desvie do seu objetivo de ser focal e possa agir em pontos cruciais, onde as ferramentas anteriores não conseguiam atuar. (FOOD INGREDIENTS BRASIL, 2008).
Os PPHO’s, ora referidos, representam um programa escrito, a ser desenvolvido, implantado e monitorado pelos estabelecimentos e envolvem os procedimentos pré-operacionais e operacionais executados diariamente. (DIPOA, 1997)....
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