John stuart mill

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Faculdades Iesgo
Curso de psicologia

A liberdade
John Stuart Mill

Acadêmica: Paula Fabiane Souza Silva
1º Ano de Psicologia - 1º semestre

Trabalho de enriquecimento e aproveitamento apresentado como requisito parcial de avaliação da disciplina Filosofia da sob orientação do Professor: Hans Magno

Formosa(GO), 2011
II.Da liberdade de pensamento e discussão
Para o autor, nos diasde hoje “supomos” que devido a liberdade de imprensa é desnecessário defende-la, pois o governo não deve abandonar o decoro , e dessa forma a imprensa é vista como uma garantia contra os corruptos e tirânicos. Se o governo agisse de acordo com a vontade do povo a corrupção seria moralmente inaceitável, mesmo que essa corrupção tenha concordância do povo que superficialmente parecem compartilhar dosmesmos ideais, isso não deveria ocorrer pois essa coerção fere os valores desta sociedade em questão. O melhor governo não possui mais direito a ele que o pior. (p.28)
Se de fato todos, exceto um membro não compartilhasse do mesmo ideal, os demais tentariam calá-lo, mas a liberdade de expressão não pode ser reprimida pela classe dominante, (apesar de ser o desejo dos nossos governantes) pois ocidadão deve expressar suas vontades, mesmo obedecendo as ordens da comunidade em que se encontra inserido, esta sendo livre para expressar suas opiniões. Mas o que há de particularmente mau em silenciar a expressão de uma opinião é o roubo à raça
humana. (p.29)
Os que possuem poder procuram suprimir (calar) esta minoria que compartilha idéias contrarias, a classe dominante não pode decidirpor todos os homens então rejeita outras formas de julgar. As pessoas mais afortunadas mesmo vendo suas opiniões sendo colocadas de forma contraditória não as corrigem, acatam e compartilha da idéia apresentada pelo todo.
O homem é falho e nada faz para mudar sua própria falibilidade, falta-lhes confiança de seus próprios julgamentos e opiniões (nem mesmo o homem tem certeza de seus própriospensamentos).
Admitir a suposição de que uma opinião qualquer, da qual se sentem muito seguros, possa ser um dos exemplos de erro a que reconheçam estar sujeitos.(p.30)
O juízo foi dado para que seja usado, mesmo usado de forma errônea. Se nunca agíssemos de acordo com nossas opiniões porque talvez estejam erradas, deveríamos negligenciar todos os nossos interesses e deixar de cumpriros nossos deveres. (p.31)
Devemos expor nossas idéias e opiniões, mais jamais impor a outros, salvo tendo absoluta certeza de que essas convicções estejam corretas. Não é escrúpulo, mais covardia, esquivar-se de agir conforme as próprias opiniões, e permitir que se espalhem para todos os lados, sem nenhuma restrição, doutrinas que sinceramente julgam perigosas ao bem estar dahumanidade.(p.32)
O julgamento humano somente deve ser visto como confiável se houver meios de corrigi-los quando for inidônea as ideologias apresentadas. O habito constante de corrigir a própria opinião cotejando-a com a de outro, longe de gerar duvida e hesitações ao pô-la em pratica, constitui o único fundamento estável para que nela se tenha justa confiança.(p.34)
São poucos os sábios e muitos os leigos,pois sábios são aqueles que buscam a confiança e a certeza de seu próprio julgamento,o homem deve questionar-se e questionar o que lhe é apresentado para que possa ter maior confiança de suas convicções e a única certeza é que somos seres falíveis.
Muitas vezes as pessoas preferem não questionar certa crença, por julgarem certas, independente de saberem se suas opiniões estão corretas seapegam a ela pois não sabem o que fazer sem elas.
Segundo o que se alega, há crenças tão úteis, para não dizer indispensáveis, ao bem-estar, que constitui dever dos governos tanto manter tais crenças como proteger quaisquer outros interesses da sociedade. (p.36)
Porém a certeza da crença em um Deus, ou em qualquer outra crença é a presunção de falibilidade seja ela qual for. Devemos ouvir as...
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