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A PERSPECTIVA DA ECONOMIA SOBRE O INDIVIDUO DE BAIXA RENDA

As questões da pobreza são encontrados na literatura de grandes pensadores econômicos desde o século XVII. Entre eles está Adam Smith sendo um dos primeiros a tratar do assunto e a demonstrar preocupações com o bem estar dos menos favorecidos. Para ele, a pobreza era motivo de vergonha para os pobres, já que desloca da sociedade e consolida sua posição de inferioridade na hierarquia social.
Adam Smith enxergava no governo um agente muito importante para combater a pobreza, oferecendo trabalho e condições aos pobres de obter renda, para que pudesse ter acesso a bens, consequentemente as aspirações materiais dos indivíduos seriam, um elemento motivador para que trabalhassem cada vez mais e, assim, pudessem obter mais renda. Sendo assim, o crescimento econômico do mercado é o caminho para melhorar o bem estar da sociedade, que se traduz em oportunidades de consumo de todos.

ECONOMISTAS QUE SE DEDICARAM A QUESTÃO DA POBREZA

THOMAZ ROBERT MALTHUS
Acreditava que, as más condições de vida e da pobreza se dava ao fato da população crescer rapidamente do que seus meios de subsistência.
Thomaz acreditava que, sem as Poor Laws (sistema de ajuda social aos pobres da Inglaterra e Gales), as pessoas seriam mais prudentes e deixariam de ser dependentes do Estado.
JOHN STUART MILL
Segundo John, a existência da pobreza dava-se pelo fato do pobre não ter inteligência suficiente para discernir sobre o certo ou errado. Dessa forma, o governo tinha obrigação de ajuda-lo, oferecendo-lhe educação e politicas de auxilio, além de impor regulações que protegessem a mão de obra trabalhadora.
KARL MARX
Para ele, o excesso de mão de obra à disposição de capitalistas resultava em pagamentos de salários baixos para os trabalhadores, que, por sua vez, não possuíam condições de manter um padrão de vida adequado.
ALFRED MARSHALL
Argumentava que a pobreza era complexa e que não deveria ser entendida somente pela ótica da

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