Jeff

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  • Publicado : 18 de março de 2013
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Oque é doença terminal?
O termo doença terminal é utilizado para designar o estágio da doença em que não há mais possibilidade de se restabelecer a saúde, evoluindo para a insuficiência de órgãos-alvo e iminência de morte. Em geral, relacionado com doença crônica, também pode ocorrer em situações agudas e subagudas. Ao sujeito que se encontra nesse estado denominamos paciente terminal, sendo aeles dirigidos cuidados que melhorem a qualidade de vida, como alívio da dor e tratamento da depressão, chamados de paliativos, por não serem curativos. Um paciente terminal não tem cientificamente chances de sobreviver, fica-se esperando a sua morte.. O sofrimento e a impotência experimentados pelos pacientes e familiares torna-os vulneráveis ao charlatões.
Do ponto de vista religioso, uma doençaterminal é aquela que não tem cura por meios científicos, mas curável por meio de milagres. Religiosos acreditam que os milagre podem fazer qualquer coisa, inclusive ressuscitar mortos. As doenças terminais se diferem entre si, sendo algumas causadoras de dores e outras características por causarem o estado vegetativo ou o coma.
O psicológico paciente em fase terminal- família
Esta é umaexpressão que nos habituámos a associar ao desaparecimento de algumas figuras públicas, já que é assim que a comunicação social se refere a tantos casos de morte provocada por cancro. Como o cancro é cada vez menos uma doença terminal, o termo vai caindo em desuso. No entanto, para muitas pessoas em todo o mundo, o estado da doença não é reversível e os cuidados paliativos são mesmo a única forma deajuda possível.
 Mas ninguém está obviamente preparado para ser rotulado de doente terminal, pelo que quaisquer conversas sobre o fim da vida são quase sempre evitadas – quer por familiares e amigos, quer por médicos e outros assistentes hospitalares. Cria-se uma espécie de tabu com o objectivo de proteger os interesses do doente, na esperança de que a vulnerabilidade decresça com a inexistência deconversações à volta de tão mórbido assunto.
 Talvez seja por isso surpreendente o facto de um estudo recente ter demonstrado que essas conversas podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida – quer do doente, quer dos seus familiares. A impressionante conclusão resulta do facto de os pacientes que abordam o tema com os clínicos que os acompanham não se sentirem mais deprimidos, tristesou preocupados do que aqueles que não o fazem. A verdade é que os pacientes que falam sobre o fim da vida aceitam melhor o facto de a sua doença ser terminal e optam pelo conforto em vez do prolongamento da vida à custa de tratamentos agressivos. Como resultado, decrescem os problemas de comunicação entre o doente e os seus familiares, que acabam por gerir de forma mais saudável a sua perda. Porexemplo, a probabilidade de ocorrerem casos de depressão em pessoas que perdem um familiar em contexto de internamento numa Unidade de Cuidados Intensivos, sujeito a tratamentos agressivos, é três vezes superior à das pessoas cujos familiares não foram submetidos a essa intervenção.
O facto de o doente poder conversar sobre o fim da vida permite-lhe expressar a sua vontade relativamente aoscuidados que gostaria de receber. No entanto, estas conversas implicam a confrontação com a morte e com as limitações do tratamento. E a verdade é que cerca de 20% dos doentes não quer falar sobre a morte.
Direito dos doentes terminais
Todos os doentes terminais tem o direito de:

Serem tratados como pessoas até ao momento da morte.
Se for diagnosticada uma doença em fase terminal a uma pessoa,essa mesma deve ser tratada e cuidada como pessoa até à sua morte, pois não o deixará de o ser.

Expressar os sentimentos e emoções relacionados com a proximidade da morte.
Todos os doentes em face terminal tem o direito de se poder exprimir e aliviar os seus sentimentos e emoções que se criaram devido à descoberta de uma breve morte, além de serem acompanhados por um psicólogo para que encarem...
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