Jean jacques rousseau - contrato social

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Jean-Jacques Rousseau – O contrato social
* Base do pensamento
* Iluminista: razão reformar a sociedade e o conhecimento herdado da tradição medieval
* Precursor do romantismo, no sentindo em que considera que a razão por si só não é suficiente, são necessários elementos que a transcende (ex.: sentimento)
* Postulado do bom selvagem
* Defendia a necessidade dereformas sociais
* Criticava a nobreza e a burguesia
* A bondade é intrínseca à natureza humana, o estado cívico corresponde a um estado degenerado da convivência humana
* Princípios da filosofia rousseauniana:
* Natureza: equilíbrio perfeito entre o que se quer ser e o que se tem; O homem no estado de natureza deseja somente aquilo que o rodeia, porque ele não pensa e,portanto, é desprovido da imaginação necessária para desenvolver um desejo que ele não percebe.
* Amor e Ódio: a personalidade do indivíduo, que concerne o tratamento que ele dá aos outros e a sua própria sexualidade, é formada na infância; debate a sexualidade como uma experiência fundamental na vida do ser humano, a tomada de consciência da importância dos sentimentos de amor e ódiona construção da sociedade humana e no seu desenvolvimento pessoal.

* O contrato social
* Os homens devem fazer um novo contrato social onde se defenda a liberdade baseada na experiência política das antigas civilizações, onde predomina o consenso.
* O norte de seu pensamento em o contrato social, questiona a liberdade pressuposta que na verdade não existe em muitos casos.* Condena a escravidão, pois se remete a força; defende a liberdade humana. Será que um povo pode se alienar a custa de nada? Quando se submete gratuitamente, é a custa da força.
* As pessoas não vivem em guerra, buscam se autopreservar.
* Favorável ao povo na vida pública por meio de eleição.
* Essa convenção é formada pelos homens como uma forma de defesa contra aquelesque fazem o mal. É a ocorrência do pacto social. Feito o pacto, pode-se discutir o papel do “soberano”, e como este deveria agir para que a soberania verdadeira, que pertence ao povo, não seja prejudicada. Além de uma forma de defesa, na verdade o principal motivo que leva à passagem do estado natural para o civil é a necessidade de uma liberdade moral, que garante o sentimento de autonomia dohomem.
*  A soberania do povo é indivisível. O povo, então, tem interesses, que são nomeados como “vontade geral”, que é o que mais beneficia a sociedade. Evidentemente, o “soberano” tem que agir de acordo com essa vontade, o que representa o limite do poder de tal governante: ele não pode ultrapassar a soberania do povo ou a vontade geral.
* Quanto a corrupção dos governantes quanto àvontade geral é criticada, garantindo-se o direito de tirar do poder tal governante corrupto. Assim, se esse é o limite, o povo é submisso à lei, porque em última análise, foi ele quem a criou; sendo a lei a condição essencial para a associação civil.
*  A democracia é boa em cidades pequenas, a aristocracia em Estados médios e a monarquia em Estados grandes
* O abuso dos governospode degenerar o Estado
* É impossível retornar ao estado de natureza. O homem em estado de natureza participa de uma condição sem lei nem moralidade. Só um contrato com seus semelhantes oferece as bases legítimas para uma vida em sociedade.
* Longe de ser um pacto de submissão, o contrato social é um pacto de associações entre os homens.
* A influência da obra de Rousseau podeser estendida até os dias de hoje. "O Contrato Social" marca a elaboração da noção de Estado moderno.
* Como é fundada a relação entre pessoas e esse Estado que já nasceu?
* Desenvolve a ideia de contrato já criada por Hobbes. Visando alcançar ao “contratualismo total”, isto é, a formação conjunta do Estado e Sociedade.
* O trabalho de Rousseau é hipotético, e não descritivo....
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