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| |JUCILENE MACHADO SANTOS – 1080504

FICHAMENTO TEMÁTICO

Centro Universitário ClaretianoLicenciatura em PedagogiaIniciação a Pesquisa CientificaRegina Luzia M. de Arruda Lima |

FEIRA DESANTANA
2011

Língua de Sinais na Educação de Surdos | Oralismo, comunicação total e Bilingüismo | N.1 |
Educação de surdos, inclusão e bilingüismo. In: MENDES. E.G, M.A; WIILIANS, L.C. Temas emeducação especial: avanços recentes. São Carlos: EDUFSCAR, 2004. CICCONE, M. Comunicação total. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1990.O ensinamento da criança surda se dar ao longo da historia pelaimposição do ouvinte, a característica que, mas marcou o Oralismo, foi a introdução da criança surda na no ambiente do ouvinte sem o suporte adequado, principalmente tirando-o o direito de estar em contatocom outras crianças portadoras de necessidades especiais. De acordo com Skliar (1999), o Oralismo estar pautada pela visão clínico-terapêutico. Ou seja, trata como doença, que pode ser amenizadaremovendo a criança surdo do convívio de outras crianças na mesma situação, e forçado a estar em constate contato com os ouvintes.Na comunicação total as coisas mudaram de figura, diferente do Oralismo, acomunicação total entende os portadores de necessidades auditivas, como uma pessoa, e não como um deficiente, foi nesse período que deu origem a sinalização de sinais, no entanto o suporte ainda éinadequado. Na década de 1980 a 1990 que o Oralismo teve, mas força. Nesse período, o uso dos sinais fora admitido nas escolas, entretanto, com o objetivo de auxiliar na aquisição da língua falada eescrita (CAPOVILLA; CAPOVILLA, 2002). Com a criação da LIBRA, o bilingüismo ganha força diante do Oralismo e a comunicação total. No Bilingüismo o ensino estar voltada para o aluno que tem problemas...
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