Jane jacobs

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  • Publicado : 29 de março de 2013
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JANE JACOBS

Jane Jacbos é uma partidária que é convencida do modo de existência autenticamente urbano. E também apologista das megalópoles, em detrimento dos suburbs e das cidadezinhas provincianas.
Jane é também critica de arquitetura e de urbanismo. Ideias que fizeram parte do livro “The Death and Life” , ajudaram para criação de uma nova corrente pré-urbana, e serviu como inspiração noremodelamento de centros de grandes cidades como Boston e Filadélfia.

Defesa da grande cidade

Apologia da rua: Para constituir um fator de segurança, a rua urbana deve possuir três qualidades principais, nas quais são: “Os olhos da rua - O espaço público e o espaço privado nunca devem confundir-se, ou seja, devem estabelecer uma demarcação nítida entre eles; proprietários naturais assim podemchamar os olhos para vigiar as ruas, os edifícios devem ser orientados para ela e nem oferecer-lhe uma fachada cega; a calçada deve ser utilizada praticamente sem interrupção, é o único de aumentar o número de olhos presentes e atrais olhares de qjem se encontra dentro dos edifícios.”
Atrativo e eficácia – Mas como não podemos obrigar alguém a andar na rua sem motivos, contamos com atrativos degrandes quantidades ao longo das calçadas. Alguns desses lugares que ficaram abertos a noite, contribuem para da segurança à rua. Assim, dando razões para utilizar as calçadas em que se situam. Acabam atraindo o tráfego para lugares que não possuem atrativos próprios, que acabam tornando-se passagens vivas. Comerciantes e proprietários de pequenos negócios são os melhores agentes de segurança, poiscomo não gostam de vitrine quebrada e querem que seus clientes se sintam seguros, são os primeiros a observar a rua. E a atividade dos que fazem compras ou passam só pra comer acabam atraindo outras pessoas para trafegar o local.
O homem procura o homem – Atração exercida sobre o homem pela visão de outros seres humanos é um fato que, por mais estranho que pareça, os urbanistas e arquitetosdesconhecem. Muito pelo contrário, Uma rua viva sempre possui simultaneamente usuários e observadores. O urbanista ortodoxo está cumulado de concepções puritanas e utópicas sobre o modo como as pessoas devem gastar seu tempo de lazer.
O contato na rua e a consciência coletiva - Moralistas observavam, que os cidadãos vagam pelos lugares mais ativos e demoravam nos bares, pastelarias e cafeterias.Eles achavam que os mesmos dispusessem de alojamentos decentes e de espaços verdes com abundancia, não veriam na rua. Mas isso exprime um contra-senso radical sobre a natureza das cidades, pois ninguém pode ter casa aberta em cidade grande. As cidades estão cheias de pessoas com as quais , um certo tipo de contato é útil e agradável, porém, não querem que esse tipo de contato atrapalhem. Vimos acima, que o bom funcionamento da rua estava ligado à existência, entre os transeuntes, de um certo sentimento inconsciente de solidariedade. Podemos colocar uma palavra para designar esse sentimento, a confiança. Em uma rua, a confiança se estabelece através de uma serie de numerosos e minúsculos contatos, dos quais a calçada é o cenário. O conjunto dos contatos fortuitos e públicos, geralmenteespontâneos, é que cria nos habitantes o sentimento da personalidade coletiva e acaba por instaurar esse clima de respeito e de confiança.
A rua: proteção da vida privada – Em pequenas aglomerações é comum que todos conhece assuntos de todos. Em grandes cidades, só conhecem nossos assuntos pessoas que confiamos. Isso é uma característica preciosa da cidade grande. Literatura da arquitetura e dourbanismo entende de proteção privada em termos de janelas, divisões e perspectivas, ou seja, ninguém de fora pode se meter em nosso alojamento e intimidade. Se não existir ruas vivas, seus habitantes se querem manter uma aparência de contatos com seus vizinhos, devem aumentar o círculo de sua vida privada.
Promiscuidade e urbanismo – Urbanismo residencial, revela-se com frequência de uma vida real...
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