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LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

DIREITO TRABALHISTA PREVENTIVO

Pesquisa sobre:
Direito Trabalhista Preventivo.

Resumo
Este trabalho tem como objetivo mostrar a nova tendência estratégica para os gestores na gestão de pessoas, os quais buscam conciliar emoção comrazão pretendendo equilibrar os aspectos administrativos, políticos e humanos. Vamos mostrar definições e métodos quanto as medidas preventivas e corretivas e falar sobre maneiras de como todo instrumento estratégico deve trabalhar a motivação dos colaboradores.

Índice

Introdução................................................................................................................. 05
Direito do Trabalho e o Gerente de Recursos Humanos ......................................... 06
Preventivo Trabalhista .............................................................................................. 07
Corretiva Trabalhista ................................................................................................ 09
Diferença: Ação corretiva e Ação preventiva........................................................... 10
Conclusão ................................................................................................................. 11
Bibliografia ................................................................................................................ 12

INTRODUÇÃO

Recentes estudos demonstram uma tendência, cada vez maior, noabandono da visão tradicional-funcionalista na Gestão Contemporânea das Organizações Empresariais. Está ocorrendo uma migração, uma transposição para uma prática mais política e estratégica, especialmente, na chamada “Gestão de Pessoas e Subjetividade’’,chamam atenção a uma combinação vital às organizações: A combinação de emoção com razão, de subjetividade com objetividade. Explicam que as pessoas nãofazem somente parte dos “processos” das organizações, não são meros “recursos humanos”. Elas constituem o princípio essencial da dinâmica dessas organizações, conferem vitalidade às atividades e processos, criam e recriam novos contextos.
Nesse mesmo instrumento, a professora Silvia Sell Duarte Pillotto, da UNIVILLE, critica as organizações que ainda insistem numa “condução metódica” da gestão depessoas. Lembra-nos que “vigiar e punir, disciplinar, rotular o que serve e o que não serve, são produtos de uma construção histórica, de uma visão mecanicista e reducionista do ser humano, que nos amarra ao porto das culturas de massa, impedindo-nos a visão larga do oceano”.
Assim, ousa-se afirmar que administrar organizações é “Sonhar em Grupo”!... É ter visão ampla!... É buscar transformarsonhos em realidades, ver muito além dos “processos” e procedimentos, - É conseguir enxergar as “Pessoas”... É considerar as diferentes “subjetividades” envolvidas na missão empresarial. Administrar é identificar os “papéis”das pessoas e considerar os sentimentos envolvidos nesses papéis. Enfim, não se administram “as pessoas” e sim “com as pessoas”...
Entretanto, contrariamente a essa avançada“Visão Sensível”, ainda existem muitas empresas que entendem a “Gestão de Pessoas” - tradicionalmente conhecida como “Administração de Recursos Humanos” - apoiada em técnicas, instrumentos e modelos, que integram variáveis calcadas numa visão racional, objetiva e normativa, tratando as pessoas como “recursos disponíveis” para a produção de bens e serviços. Ou seja, as pessoas tratadas como “objetos” enão como “sujeitos” .

Sobre o “trabalho nosso de cada dia” o Prof. Dr. Carlos Antônio Ramires Righi faz a seguinte reflexão:

‘‘ O trabalho não é o contracheque: é o sentido que o transpõe. Apesar do contracheque, já descobriu o ser humano, há que se manter vivo, há que se sentir gente.
E, para isso, é preciso muita sensibilidade e ambientação. Mas de que adianta a sensibilidade nata,...
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