Intermodais

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  • Publicado : 11 de abril de 2013
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1-As medidas tomada pelo governo facilita a compra de uns bens, pricipalente para as pessoas que sonha em ter um carro zero quilometro e para os caminhoneiros que queiram comprar um caminhão zero ou troca-lo por um mais novo e com isso aquecer o mercado automotivo.

Essa medida permitirá um crescimento de 3% do setor em 2013 disse Flavio Meneghetti presidente da Federação nacional dadistribuição de veículos Automotores (Fenabrave).

Essa atitude do governo leva em consideração a importância que o setor automotivo tem para economia brasileira, com uma participação 25 % no Produto INTERNO BRUTO (PIB) disse o presidente da (Fenabre).





2-Umas das dificuldades encontradas foi que os caminhoneiros não vão para o nordeste por que não tem frete de retorno. E para piorar falta nessaregião mais armazéns, que a falta disso multiplica as viagens feitas essencialmente de caminhão.

E mesmo o caminhoneiro esperando muito tempo no porto para descarregar é mais lucrativo pra ele do que vir para o nordeste diz EDUARDO SALLES secretario da agricultura da Bahia ( SEAGRI ).

Umas das alternativas encontradas pelo o grupo é que a CONAB ( COMPANHIA NACIONAL DEABASTECIMENTO),monta-se um entre posto aqui em São Paulo,por que aqui tem frete de retorno para o nordeste.



3-Participação da logística no PIB 340 Bilhões de reais sendo 11,7 do total do PIB

Participação do transporte rodoviário no PIB 162 bilhões de reais 5,6do total do PIB

Faturamento anual das transportadoras 42bilhões de reais.





4- Uma da alternativa é o transporte rodoviário. O(PDDDT) PLANO DE

DESENVOLVIMENTO DO TRANSPORTE.

Apresenta proposta técnicas para resolver os problemas atuais e futuros.

. Aumentar a oferta de o transporte ferroviário.

. Efetivar a construção do ferroanel.

. Ter menos dependência do transporte rodoviário.

. Maior união entre os diversos modais.

E partindo desses pricinpios, propõe explorar na pratica o que defato já existe em termos de transporte ferroviário o qual já contribuindo para a melhoria da distribuição das cargas por modal. E com isso proporcionando assim redução de custo e refletindo positivamente na qualidade e na segurança do transporte em geral.





5- Embora o Brasil apresente dimensões continentais que justificassem a utilização do modal ferroviário e aquaviário em largaescala principalmente nas médias e longas distâncias, somos um país com predomínio de transporte rodoviário de cargas, muito em função da priorização dos investimentos realizados pelo setor público nas últimas décadas, mas também por outros fatores como a falta de regulamentação do setor, excesso de oferta e pela incapacidade dos outros modais de realizar um bom atendimento aos Clientes.



Porque falar então em enfraquecimento do TRC se o modal rodoviário responde por aproximadamente 65% do total movimentado no Brasil?



Vários são os fatores que estão levando à "perigosa" deterioração do setor de transporte rodoviário de cargas no Brasil.



Um deles é a total ausência do poder público no desenvolvimento e atualização da infraestrutura de transporte. Na última década foiinvestido uma média de (apenas) 0,20% do PIB ao ano, enquanto que outros países em desenvolvimento direcionam cifras equivalentes a 5% a 10% do PIB a cada ano. Não precisaríamos de uma Copa do Mundo ou Olimpíadas para justificar tais investimentos; isso deveria ser um "dever de casa" dos órgãos públicos, para garantir a expansão econômica do país, alicerçada em custos competitivos, alta produtividadee serviços diferenciados. E não faltam recursos para tal; apenas a CIDE (Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico) arrecadou mais de R$ 70 bilhões entre 2002 e 2011, porém menos de 25% disso foi efetivamente investido na infraestrutura de transportes.



As condições precárias das estradas brasileiras afetam diretamente os custos e o nível do serviço prestado pelo setor de...
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