Insustentabilidade social

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  • Publicado : 5 de novembro de 2012
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HUMANIDADE – O RISCO DA INSUSTENTABILIDADE
Água… Alimentos naturais… Ambientes equilibrados… Solos sadios!
Esta busca e uma constante em nossa atualidade. Os recursos naturais água e solo já passam a ser entendidos como uma riqueza natural que pode se esgotar que poder ter um fim, seja pela quantidade seja pela sua qualidade em servir aos seres vivos. A busca por alimentos naturais, livre deagressivos químicos (venenos e adubos solúveis) e uma realidade cada vez mais forte e presente na vida das pessoas e faz parte da chamada “segurança alimentar” que para sociedade e um fator essencial para vida e para os governos uma política pública.
Para termos estes dois em excelência e preciso ambientes de convivência equilibrados. E aqui quando destes falamos nos expressamos não àquelesambientes ligados à produção de água e alimentos que vem do meio rural, mas esta diretamente e na mesma medida envolvida o meio urbano, onde produzimos serviços e desequilíbrios sociais e ambientais. Assim produzir estas mudanças que são essencialmente comportamentais, temos que mudar hábitos e atitudes nas pessoas, nas instituições públicas ou privadas e naquelas de caráter representativo dasorganizações sociais e produtivas da sociedade.
As mudanças de natureza ambiental e social por nós experimentadas e vividas são inquietantes e aquelas que eram anunciadas para os idos de 2040/2050 já se apresentam fortes nos dias atuais, quatro décadas antes. Hoje vivemos uma guerra silenciosa causada pela água. Uma guerra silenciosa que atinge 60 países em conflitos deste o inicio da década de 90. Povos,pessoas e nações estão em guerra tendo como motivo a água, um bem finito e assim deve ser protegido. Só que esta proteção esta priorizando palco de intervenções bélicas onde se perde justamente a vida que tanto se quer preservar que se soma a continua perda de água. E o quadro torna-se cada vez mais agravante e assustador quando dados orientam que nos próximos 25 anos metade de população humanaterão limitações serias e severas para acesso à água potável.
Neste víeis as inquietudes sociais também crescem na mesma proporção e intensidade. Estamos construindo uma sociedade que cada vez mais promove, vive e convive com maiores índices de exclusão. Estamos vivendo em uma sociedade onde os governos exercitando, nesta sociedade, um laboratório de experiências de políticas públicas alicerçadas emdisponibilizar recursos públicos como forma de compensar sua incompetência no estabelecimento de políticas que realmente tenham como compromisso a inclusão social e produtiva capaz de gerar trabalho e renda e de natureza emancipatória e autogestionária. Neste víeis sociedade e governos encontram-se envolvidos em tarefas urgentes e pontuais que, de tão urgentes não param para refletir sobre osuicídio que esta sendo imposto ao atual estilo de vida em que estão a grande maioria das pessoas, sobretudo aquelas em maior risco/desigualdade social e econômico.
Continuamos apesar da convivência com estas realidades exercitando o aumento da produção, do consumo e da degradação ambiental com fortes consequências sociais e de sustentabilidade. Mesmo assim estamos sociedade e governo, preparados eprontos para justificarmos estes atos e ações, pois vale mais a criação de novos empregos, para atender cada vez mais pessoas com capacidade de consumir, de produzir resíduos e fazer mais pressão sobre os recursos naturais do que a da concertação da exclusão por políticas estruturantes de inclusão social e produtiva de promoção da justiça social e econômica e do enfrentamento a todas as formas eexpressões de desigualdade.
Esta capacidade nos coloca como a espécie humana dominante e neste víeis de dominante pode exercitar toda e qualquer ação dominadora. Estamos assim nos transformando e nos aproximando rapidamente daquelas espécies tidas como pragas, pois estamos exercitando papel predatório, individualista e imediatista. Ou seja, queremos tudo, sempre mais e mais e sem regras, ou...
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