Inovação e desafio etapa 1

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Comportamento da oferta e da demanda.

Para analise da questão, escolhemos dois produtos um do gênero ALIMENTÍCIO e outro do VESTUARIO.

São eles o FEIJÃO que vai em nossas mesas e o outro são as ROUPAS DE INVERNO que nos agasalham.

Escolhemos esses gêneros para se analisar a oferta e a demanda e analisar o comportamento do mercados e o impacto que cada um deles causa na economia e como ogoverno se comporta em relação a um e ao outro.

Feijão :

Preços do feijão devem subir mais 10% até o final de junho

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19/05/10 - 05:53 
SÃO PAULO - A tendência de alta nos preços do feijão deve permanecer até o fim de junho. De acordo com Marcus Vinicius Calgaroto, economista e analista da Safras & Mercado, o valor da saca de 60 quilos do grão ainda pode aumentar até 10%. "Os preçosnão vão cair em julho com a chegada da terceira safra."
Segundo Calgaroto, a estimativa é de que após o avanço, os valores se mantenham estáveis, mas apenas em julho, quando devem manter-se na faixa de R$ 170. "Os preços do feijão carioca no atacado hoje (19), em São Paulo, estão cotados entre R$ 160 e R$ 165."
Para o analista, se houver queda no valor da saca, nos próximos dois meses, será emfunção de alguma intervenção por parte do governo federal, com a realização de leilões. "Mesmo assim, será pouco. Retração de até no máximo 5%", calcula.
A segunda safra, a chamada safra da seca, hoje (19) está em fase de colheita, com aproximadamente 50% concluída. Projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta uma produção total de feijão para esta temporada de 3,34 milhões detoneladas, ante as 3,5 de 2008/2009. Para esta segunda safra, a Conab prevê o montante de 1,2 milhão de toneladas de feijão.
Levantamento da Safras & Mercado mostra para a terceira safra de feijão carioca, que deve iniciar em julho, um rendimento de 752,2 mil toneladas. Em 2009, os estados responsáveis por puxar a produção da terceira safra, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Santa Catarina, esta emmenor proporção, somaram 774,5 mil toneladas de feijão.
De acordo com último estudo da Conab, da safra anterior para esta houve redução de 14,5% de área cultivada de feijão, e como consequência queda de 14,1% na produção nacional.
No ano passado, o Brasil plantou 4,1 milhões de hectares e feijão. Para Fábio Aurélio Dias Martins, engenheiro agrônomo, especialista em solo e nutrição de planta, daEmpresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), na região de Patos de Minas, os preços podem cair até 42,86%, passando dos cerca de R$ 140 para R$ 80. "Na época da safra das águas [primeira safra, em fevereiro] os preços caíram ao patamar de R$ 60", diz.
Ainda de acordo com Martins, o feijão carioca mineiro da terceira safra deve ser de boa qualidade. "A tendência é ser claro, com coruniforme e bem calibrado", diz.
A região deve render, segundo o agrônomo, uma média de três mil sacas por hectares, com produtividade de 2,5 mil quilos por hectare. "Nos últimos 15 dias houve chuva forte, depois a temperatura caiu bastante, mas não a ponto de comprometer a safra."
Para Martins, as regiões do rio Paranaíba e de São Gotardo podem sofrer com geada. "Mas lá o feijão não é a principalcultura de rotação de inverno. A primeira opção é o cultivo de trigo."
O mercado do feijão preto, de acordo com analise da Corretora de Mercadorias (Correpar), está parado, no Rio de Janeiro. O grão cotado entre R$ 75 e R$ 80 no Paraná apresenta a possibilidade de aumento de oferta de feijão danificado pelas chuvas. Segundo Calgaroto, da Safras & Mercado, a Argentina deve novamente suprir ademanda interna do País, já que responde por quase 90% das importações do Brasil. "Devemos importar entre 95 e 100 mil toneladas de feijão preto. Em 2009 compramos 90 mil." Além da Argentina, o Brasil importa, a partir de junho, em menor quantidade, o grão da Bolívia, China e Bélgica. "Em último caso."
O consumo nacional de feijão, segundo projeção da Safras & Mercado diminuiu 1,41% do ano passado...
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