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Universidade anhanguera
Tecnologia Gestão da Produção Industrial
Logística na produção industrial



Case Gm e ford

Professor: Roberto calura

São Caetano do sul
07/05/2012

Grupo (01)
Tiago Alves da Silva R.A 3709632326
Vitor das Neves Pinheiro R.A 3736822327
Paulo Willame Oliveira R.A 4200059719
Carlos Alberto de C. JuniorR.A 3708600128
Ailton Novaes Moreira R.A 4211805629

Case Gm e ford
Trabalho de logistica
Matéria case Gm e ford

Professor: Roberto calura

São Caetano do sul
07/05/2012

SUMÁRIOIntrodução 4

Conteúdo 5

Conclusão15

Referencias 16

Introdução
Nosso trabalho aborda o sistema logístico de duas empresas que buscam com sustentabilidade melhorar seu sistema de distribuição, e com o sistema de produção modular com seus fornecedorespróximos para assim garantir sempre um bom sistema de produção.

Logística e Fornecimento da GM e da Ford no RS
Na GM, a logística a ser adotada no RS já é dominada pela empresa. Este arranjo de fornecimento divide-se, essencialmente, em duas práticas: entrega seqüenciada e Milk run.
A entrega seqüenciada é quando o sistema é entregue pelos fornecedores na seqüência exata da programação da produçãoO Milk run consiste na contratação, por parte da montadora, de operadores que vão, com caminhões, diariamente às empresas fornecedoras buscar peças. Prática comum entre os grandes laticínios, que buscam o leite ordenhado diretamente nas fazendas dos pequenos produtores, daí o nome.
O alicerce principal da entrega seqüenciada é o uso intensivo do EDI (eletronic data interchange). Com a trocaeletrônica de informações da programação da produção (dados mensais, semanais, diários e, quando possível, horários), é possível acertar a entrega de determinado sistema com precisão de minutos na linha de produção GM. Em Gravataí, a entrega seqüenciada será realizada com a vantagem da proximidade geográfica dos sistemistas (com já foi mencionado, todos os fornecedores, menos um, estão localizadosdentro do site, ao lado da montadora) e, de certa forma, estará mesclada com o próprio milk run, por intermédio do transporte interno de materiais.
O sistema de coleta Milk run permite a transferência da responsabilidade para os fornecedores de menor porte, sem, para tanto, pôr em risco a falta de peças na produção GM. Sem falar no fato de que, ao buscar o produto diretamente no fornecedor, a GMelimina uma série de custos inerentes à entrega em si, tais como espera na porta da fábrica, chegada em horário não planejado, enfim, situações que geram desperdícios de tempo e estoques intermediários. No esquema de fornecimento desenvolvido, a GM marca o dia e o horário em que vai recolher as peças, enquanto a fornecedora produz exatamente a quantidade pedida.
A Ford adotaria um sistema delogística no RS relativamente novo à empresa. O esquema atual, apesar de enxuto, é diferente do que seria utilizado em Guaíba. Em São Paulo, alguns módulos já são entregues dentro da linha. Porém, a grande maioria ainda é feita com o suporte de pequenos estoques intermediários através do sistema just-in-time. Neste contexto, as montadoras ainda dependem dos fornecedores de autopeças, pois a peça é...
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