Infancia

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Curso: Pedagogia

RESENHA ACADÊMICA CRÍTICA

RAMOS, Graciliano. Infância, local da publicação: Rio de Janeiro – RJ. Editora Record. Ano 1945.

2- INFORMAÇÕES SOBRE O AUTOR

RAMOS Graciliano de Oliveira Nasceu em 27/10/1892, em Quebrangulo, Alagoas.E faleceu em 20/03/1953, nascionalidade
Brasileiro.

3- Ocupação Romantista,Escola/tradição modernismo, (Romance Regionalista),
relata principalmente proplemas sociais,e os sofrimento no Nordeste Brasileiro, mostra que os menos favorecidos
tambem amam, é autentico, usa sua liberdade de expressão para falar da igreja católica, da burguesia é um
excelente critico aborda assuntos polemicos.
Destaca em muitas de suas obras a natureza do SertãoNordestino
(é sabido que o estilo de Graciliano Ramos é extremamente enxuto, seco, econômico. Dessa forma, o rebuscamento de linguagem
de suas primeiras leituras é o extremo , oposto do seu fazer literário. É também interessante lembrar que o estilo a que se dirige a crítica
provavelmente deve ter sido influenciado pela escola literária que fazia sucesso na passagem dos séculos XIX para o XX,4-SINTESE DA OBRA
Nos primeiros capitulos vem ao inicio as mais distantes lembranças de toda a obra, imagina os genitores como
entidades, inafeituosas e opressores. Acalenta-se com as forma de cantigas folclóricas, durante toda a infância
reprimida, medrosa e insegura à opressão não cessava, percebia diferenças em seus avôs paternos cultos, e o avô materno
forte,brusco, não civilizado,destaca a natureza do sertão brasileiro, explicando que Com a chegada do verão,
vem a seca. opressora cruel que na infancia lhe causou uma sede terrível. Desfalecendo, neste momento o pai teve
um ato sensato ao invés do comumente explosivo. Muito tempo depois toma consciência das muitas dificuldades
econômicas pelas quais seu pai passava. Certo dia seu pai não encontra seu cinturão, e inquireGraciliano,
que, assustado, não consegue falar nada. O pai Descarregando toda a sua raiva agride muitissimo o próprio filho.
o pai “Aliviado”, ao voltar para a rede encontra o objeto que tanto procurava. Mas infelizmente o pai não se
retratou com o filho por orgulho, vaidade , medo de perder a autoridade. ou sabe-se lá o por quê?
o menino sentindo-se humilhado, e ressentido, começa a desconfiarda justiça dos homens.
Graciliano e sua família estão fazendo visita. E o incômodo que as roupas e principalmente os sapatos
provocam no personagem impugnação. No entanto presença das mulheres da casa visitada, trazem um bem-estar excessivo,
quase erótico, ao menino. Elas embebedando-o, disperta o personagem para certas liberdades, desafiando inclusive
o olhar repressor de sua mãe.
Afamília de Graciliano larga o campo e se desloca para a vila, descrita como um mundo estranho para o menino.
Fica abismado com o ajuntamento de casas, pela falta de espaço e mais ainda quando vê um sobrado, ou, no seu entender,
uma casa em cima da outra. O menino relata uma descrição abismada das pessoas e do modo de vida da vila. Devido as
bruscas mudanças do campo para a cidade. Mesmoassim o pai torna-se um comerciante na cidade. mudança que o mergulhará
em várias dificuldades.
O protagonista começa a falar de medo de fantasmas, o que o faz dormir num colchãozinho na sala.
Dedica-se, nas madrugadas, a prestar atenção ao ruídos dos sapos, que, em sua linguagem, falariam das mesmas opressões
que o menino vivencia em sua tosca infância. A vila cria mais medos e receiosnele!
Um Padre João Inácio, extremamente rude com seus fiéis, mostrou-se extremamente dedicado a doentes graves.
Torna-se personagem duro, mas admirável. Dessa forma, Graciliano acaba aprendendo que certas pessoas têm em sua rispidez
apenas uma casca que envolve um caráter humano.
A mãe do protagonista, após ler um texto religioso sobre o fim do mundo, mergulha em um desespero...
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