Indios antes do descobrimento

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS-UNEAL
CAMPUS III-PALMEIRA DOS ÍNDIOS
CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
DISCIPLINA: HISTÓRIA INDÍGENA
PROFESSOR: ADELSON LOPES





ANA LÚCIA PEREIRA DOS SANTOS



OS ÍNDIOS NOS PRIMEIROS SÉCULOS








PALMEIRA DOS ÍNDIOS-AL







OS ÍNDIOS NOS PRIMEIROS SÉCULOS







TRABALHO SOLICITADO COMO REQUESITO
DE AVALIAÇÃO, NOCURSO 4º PERÍODO
DE HITÓRIA, DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA
INDÍGENA SOB, ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR:
ADELSON LOPES







PALMEIRA DOS ÍNDIOS-AL



OS ÍNDIOS NOS PRIMEIROS SÉCULOS





ANA LÚCIA PEREIRA DOS SANTOS






“Não há exemplos na História de se ter conquistado a segurança pela covardia”
Léon Blum











RESUMO: Neste artigo será abordado como viviamos índios no período de colonização e qual a sua visão ao depararem com os mesmos pela primeira vez. Será tratado também como foi a reação dos índios em resposta aos ataques violentos que sofrerem, e principalmente desmistificar a ideia que muitas pessoas tem até os dias de hoje de que os índios eram insolentes e preguiçosos. Será enfatizado como alguns grupos indígenas se mantiveram firmes e nãose deixaram dominar nem pela a catequese imposta pelos jesuítas e nem pelos ataques sofridos pelos colonizadores. Esse trabalho foi elabora com base em pesquisas seguidas de leituras de obras de autores jesuítas e franciscanos com o objetivo de compreender como era a vida dos indígenas nos primeiros séculos de colonização.

PALAVRAS-CHAVES: jesuítas-índios- catequese- tacape-nudez.DIVERSIDADES DE CULTURAS

Desde as primeiras viagens, os europeus constataram a existência de uma grande diversidade de nações e línguas entre os indígenas tanto do litoral quanto do sertão próximo. Havia, entretanto, uma língua principal ou “geral” que era a base tupi, compreendida pela maioria dos índios e de aprendizado relativamente fácil pelos portugueses eseus descendentes. Essa língua foi codificada em uma gramatica pelos jesuítas e tornou-se o meio de comunicação mais usado pelos índios das mais diversas culturas e pelos mestiços, especialmente em São Paulo, onde chegou a ser a mais falada que o português.
Dentre as nações que a falavam, podemos distingui as mais interessantes:
Os potiguaras, habitantes da Paraíba que controlavam a área do melhorpau-brasil da colônia (grandes amigos dos franceses).
Os viatãs, em direção ao sul, extintos pelos portugueses que provocaram guerras entre eles e os potiguaras.
Os caetés, próximo do S. Francisco, dos quais uma parte foi contactada e aldeadas pelos jesuítas, enquanto a outra foi responsável pela captura, morte e devoração dos passageiros e tripulantes do navio que levava o bispo D. PeroFernandes Sardinha.
Os tupiniquins, de Lhéus e Porto Seguro até o Espírito Santo, inimigos dos tupinambás e que de início tiveram boas relações com os portugueses. Diante das violências se rebelaram, mas foram vencidos e passaram a aceitar os aldeamentos e a catequese.
Os tupiguares, de São Vicente ao Nordeste, tendo sido muitos caçados para serem escravizados, fugiram para longe.
Os temiminós,do Riode Janeiro ao Espírito Santo, tangidos pelos seus inimigos tamoios aliaram-se aos portugueses na luta contra os franceses(1555-1556).
Os tamoios, do Rio de Janeiro até Ubatuba, eram grandes guerreiros e sob a liderança de Cunhamceses durante dez anos.
Os carijós (conhecidos como guaranis) que se espalharam até o Paraguai. Apesar de terem resistido à conquista portuguesa com guerras e ataques emque morreram até missionários jesuítas, foram muito elogiados por estes porque não comiam carne humana, não eram obcecados por guerras e já estavam sedentarizados.
Na época de Fernão Cardim, percebemos que havia 76 nações com línguas e costumes muito diversos. Enquanto algumas construíram alguns tipos de casa e usavam arco e flecha, outras só usavam cavernas ou abrigos muito precários de...
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