Inclusão - relatos de vidas.

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  • Publicado : 19 de maio de 2011
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INCLUSÃO: QUALIDADE PARA TODOS

APRENDENDO A CALCULAR

Tiago é um menino de apenas 11anos que estuda na E. M. E. F Pedro de Oliveira, de Jundiaí SP.
O menino que tem 30% de visão apenas e ao calcular usava tanto os dedinhos das mãos quanto os dedinhos dos pés dispostos, pelo fato de apresentar certa dificuldade ao fazer contas de cabeça.
Ao perceber essa dificuldade aescola conversou com uma técnica do instituto Luiz Braille que desenvolveu uma técnica através de um jogo lúdico para trabalhar essa dificuldade. O jogo apresentava tudo mais ampliado pelo fato da visão do garoto ser baixa.
Tiago demonstrou muito interesse e o resultado apareceu o mais rápido que se esperava. Logo ele já conseguia dominar razoavelmente o cálculo.

O ENTUSIASMO DE FAGNERFagner também tem 11 anos de idade ficou cego no decorrer do tempo. Hoje, totalmente cego, estuda na escola E. M. E. F Pedro Oliveira.
No início apresentou muita dificuldade ao aprender braille, mas depois tendo a certeza de não mais voltar a enxergar descobriu as vantagens de se aprender a ler no instituto Luiz Braille. Fagner se tornou um entusiasta no assunto.
Na sua escolacom seu melhor amigo que se chama Natan ele adora jogar futebol, isso sendo possível pelo fato de utilizarem um guizo na brincadeira, o que ao produzir sons orienta os movimentos.

UMA FAMÍLIA MODELO

Bianca e Bruna Melle, irmãs gêmeas, tem 8 anos de idade. Bianca é perfeitamente normal e Bruna tem paralisia cerebral.
Os pais não perceberam logo o problema, apesar de achar estranhoalgumas atitudes de Bruna por sempre estar com a cabecinha pendendo para um lado. Regina Cartone Melle não se preocupou com o fato e só alguns meses depois em que Bianca já sentava e rolava o corpo, enquanto Bruna permanecia imóvel, foi que a família percebeu que o problema era sério e levaram-na ao médico.
O diagnóstico apresentou paralisia cerebral com comprometimento de metade do corpo.A família de Bruna teve muitos gastos com cirurgias, botox e esticador, mas o esforço valeu a pena. Hoje, Bruna faz atividades do dia-a-dia sem ajuda, exceto para andar que ela ainda requer auxílio. Suas amigas da escola em que hoje ela estuda, a Pedro de Toledo, sempre ajudam-na quando ela precisa.
Bruna está na 1ª série e é uma boa aluna, esforçada, aprende rápido as coisas. Ela aindatem de fazer muitas coisas como fisioterapia, terapia ocupacional, hidroginástica, dentre outros e sua família, pai, mãe, irmã e irmão sempre estão do lado dela dando-lhe força e apoio.

O LONGO CAMINHO DE NATALIE

Natalie e Juliana, gêmeas univitelinas, sempre apresentaram sinais de diferenças. Sua mãe percebia, mas o pediatra nunca dava importância. Com o decorrer do tempo essasdiferenças foram ficando mais evidentes e a mãe das gêmeas, a professora Liliana Dias, procurou outro médico que revelou que Natalie sofria de paralisia cerebral resultante de anoxia.
Assim que souberam seus pais providenciaram tudo para Natalie, colocaram-na em uma escola especial particular, para que Natalie desenvolve-se habilidades motoras, lingüísticas e mentais. Entretanto nessa escola só eratrabalhado o lúdico de Natalie através de jogos. Quando os pais de Natalie perceberam que sua filha não tinha desenvolvido nenhuma aprendizagem os próprios passaram a alfabetizá-la em casa e após colocaram-na em uma escola especial pública, onde Natalie conseguiu completar a 4ª série.
Seu caminho foi longo, mas Natalie e sua família nunca desistiram. Hoje ela tem o sonho de se tornarjornalista e seguir em seus estudos. Ela adora sair com sua irmã e todos seus amigos a tratam por igual, nada de pena nem dó. Ela gosta muito de ir ao cinema, shopping e em shows. Vive uma vida “normal”, sem preconceitos e alegre.

A VITÓRIA DA BOA VONTADE

Francisca Elizângela da Silva tem 17 anos e está na 4ª série, com paralisia cerebral. Sem ter o comando das mãos e sem a sensibilidade...
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