Impressora jato

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IMPRESSORAS JATO DE TINTA CONTÍNUO DESVIADO


A necessidade de impressoras mais rápidas e de alta resolução levou os fabricantes a

procurar alternativas para a impressão por impacto usada nas antigas máquinas de

escrever. Uma das soluções encontradas foi o emprego de campos elétricos para

controlar o movimento de pequenas gotas de tinta. Alguns modelos de impressoras

jato de tintautilizam esse sistema.

O princípio utilizado é o jato de tinta contínuo desviado, e a escrita é de tipo matricial.

A cabeça de impressão é alimentada com tinta sob pressão. A tinta chega ao cilindro

através de um orifício denominado “canhão/injector” por onde sai dando lugar ao jacto.

O jato de tinta molda-se através de um ressonador para formar gotas calibradas e

eqüidistantes.Asgotas que não se utilizam para impressão retornam pela recuperação

e são recicladas.

As gotas que se utilizam para a impressão são carregadas elétricamente mediante um

eletrodo que se denomina “De carga” e desviam-se de sua trajetória original através

de duas placas de deflexão para formar o caracter que se deseja imprimir.A deflexão

de uma gota está em função do seu valor depolarização.

*IMPRESSÃO MATRICIAL

Cada símbolo (letra, número...) está contido numa superfície retangular denominada

“matriz”, divididas em colunas denominadas “tramas” e definidas por sua altura e

largura.

Exemplo:

Matriz 7x6
Matriz 16x12

O primeiro número representa o número de pontos por Trama, a segunda o número de

tramas por Matriz.






*RESSONADOR


Mesmoprincípio de funcionamento das impressoras Willets, também utilizam jato
contínuo desviado e caracteres tipo matricial. Também apresentam necessidade de uma
limpeza por meio de solvente no circuito de tinta e eletroválvulas para evitar que a tinta
seque e provoque o entupimento do circuito. A parada destes equipamentos implica em
parada das linhas de empacotamento.


Para a impressão ajacto de tinta contínuo desviado, um dispositivo piezo-eléctrico chamado ressonador separa um fluxo de tinta em 62 500 gotas por segundo.

Cada gota, de igual tamanho, é projectada por um canhão em aço inoxidável através de um eléctrodo onde é aplicada uma carga eléctrica.

As gotas carregadas electricamente são então desviadas por meio de placas de deflexão e utilizadas para imprimir. As gotasnão carregadas são enviadas para o depósito de tinta onde serão recicladas.


Em 1909, o cientista americano Robert Millikan iniciou as suas tentativas na determinação da carga dos electrões. Para tal ele começou por carregar um curso de água com um campo eléctrico. Os resultados sugeriram que a carga nas gotas era um múltiplo da carga eléctrica elementar, mas a experiência não erasuficientemente precisa para convencer. Ele obteve resultados mais precisos em 1910 com a substituição da água por óleo, pois a água tendia a evaporar-se mais depressa do que o óleo. Usando um pulverizador de perfume, borrifou gotas de óleo numa câmara transparente. Na parte de cima e na de baixo havia placas de metal ligadas a uma bateria, que fazia que uma delas fosse positiva e a outra, negativa. Como cadagota recebia uma pequena carga de electricidade estática enquanto viajava pelo ar, a velocidade de sua descida podia ser controlada pela alteração da voltagem nas placas (quando essa força eléctrica se igualava à força da gravidade, a gota - "como uma estrela brilhante sobre um fundo negro" - levitava no ar). Millikan observou várias vezes as gotas, variando a voltagem e anotando os efeitossobre as mesmas. Concluiu que a carga só podia assumir certos valores fixos. A menor dessas porções não era outra coisa senão a carga de um único electrão.

 
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| Figura 4 – Figura acima apresentada, encontra-se um esquema associado à experiência de Millikan na...
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