Impacto

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
gestão ambiental

marcionilia AlmeidA BATISTA

impactos ambientais na copa de 2014

Montes Claros
2011
Marcionilia almeida batista

sustentabilidade ambiental copa de 2014 um estudo de caso

Trabalho apresentado ao Curso Gestão Ambiental da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná.
Professores: Ewerton, Jamile, Rodrigo, Wilian.

Montes Claros2011
Identificação do aluno: Marcionilia Almeida Batista
Identificação do tema: Impacto Ambiental na copa 2014
Titulo do artigo: sustentabilidade ambiental copa de 2014 um estudo de caso.

INTRODUÇÃO
Esse trabalho tem como objetivo definir o Impacto ambiental como uma alteração das propriedades físicas, químicas ebiológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente afetam a saúde, o bem estar da população e a qualidade do meio ambiente. Com desenvolvimento sustentável como forma de se sobrepor ao viés economicista do processo de desenvolvimento, que aparecendo como sinônimo de crescimento econômico, ignora os aspectosambientais, culturais, políticos e sociais. Assim sendo, os grandes empreendimentos, sejam eles económicos, turísticos, industriais ou imobiliários, que em maior ou menor escala foram ou irão ser implantados na área de análise desse estudo, que podem ser avaliados, ainda que qualitativamente, através dos danos causados ou dos benefícios auferidos pela implantação dos mesmos. Com a relização da grandecompetição em 2014 o brasil vai sofrer muitas dessas alterações no meio ambiente, pois obras de infraestrutura e os impactos sobre a macro e a microeconomia gerem condições melhores de vida á sociedade brasileira. Dessa forma os impactos ao ambiente natural, não há como implantar empreendimentos sem promover a desorganização da vida social e cultural da localidade, traduzida especialmente por novoshábitos de consumo e necessidades monetárias e o abandono das atividades produtivas tradicionais.

DISCUSSÃO

O Estado tem sido forçado a reconhecer que são parcos os mecanismos de controle sobre as apressadas operações para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Tem sido divulgado recentemente o descontrole orçamentário, falta de transparência dos atos públicos, superfaturamento de obras eirregularidades contratuais fazem parte dos riscos que correm as cidades-sedes do evento e suas populações. Se mesmo as instâncias administrativas encontram dificuldade em fiscalizar as ações locais e os possíveis desvios de finalidade. Embora a maior parte das discussões atuais sobre o tema gire em torno do cumprimento de prazos e dos valores previstos para a execução dos projetos de infra-estrutura,movimentos sociais urbanos, organizações de direitos humanos e especialistas em planejamento têm outras preocupações. O direito à informação, por exemplo, sobre a natureza das intervenções urbanas a serem implementadas nos próximos anos e seus impactos sócio-espaciais, não tem sido respeitado. Sem acesso aos projetos, as populações locais são afastadas do monitoramento das ações estatais e o tema éretirado do debate público, para tornar-se mera questão de metas, e deixa a mesma focada na realização da copa e não no impacto que está sendo causado pela a grande obra. Porém, só o tiro-de-meta, como é sabido, não conta como gol.
Essa postura leva a um questionamento fundamental, quem servem toda a estrutura administrativa e os recursos disponibilizados nos diversos níveis federativos para aviabilização de um mega-evento como este? Até que ponto realmente todo o esforço institucional despendido pelo Estado brasileiro tem em vista a satisfação de interesses públicos? Não se trata de questionar a legitimidade da Copa, nem mesmo a vontade geral em recepcioná-la. Mas é preciso que o faça de maneira lúcida, democrática e com repartição social dos benefícios e não apenas dos ônus, como...
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