Impacto ambiental - ictiologia

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Priscila
Simone







IMPACTOS AMBIENTAIS
Ictiologia











Natural,
2012
Priscila
Simone Costa Zaleski






IMPACTOS AMBIENTAIS
Ictiologia



Trabalho elaborado para a disciplina de
Ciência do Meio Ambiente, do curso de
Arquitetura e Urbanismo da Universidade
Tuiuti do Paraná.
Orientado pela professora: Fernanda.






Curitiba
2012Sumário





























INTRODUÇÃO

























SIGNIFICADO
A palavra peixe é originária do latim piscis, "peixe", mas o estudo desses animais é a Ictiologia  que vem do grego ichthys (peixe), e logos, (tratado, estudo).  
CONCEITO
Ictiologia é o ramo da zoologia devotado ao estudo dos peixes. Inclui os peixes comossos (Osteichthyes), os peixes cartilaginosos (Chondrichthyes) como os tubarões e as arraias, e os peixes sem mandíbula (Agnatha). Como existe praticamente o mesmo número de espécies de peixes que de todos os outros vertebrados juntos, e eles estão em processo de evolução há muito tempo, existe uma incrível variedade de peixes. Enquanto a maioria das espécies provavelmente foi descoberta e descrita,a biologia e o comportamento dos peixes ainda não são identificados.
A ictiologia está associada com biologia marinha, limnologia e a oceanografia.
HISTÓRIA
Ictiologia origina-se na Revolução do Paleolítico Superior até os dias atuais. Essa ciência desenvolveu-se em várias épocas interconectadas, cada uma com vários avanços significativos.
Era Pré-Histórica (38000 a.C.–1500 a.C.)
O estudodos peixes tem sua origem no desejo do ser humano em se alimentar, vestir e equipar. "Os primeiros ictiologistas foram caçadores e coletores que aprenderam como obter o mais útil da pesca, onde consegui-la em abundância, e em que épocas poderiam estar disponíveis” (1) Essas ações das primeiras culturas foram manifestadas em expressões artísticas.
Era Cristã-Judaíca (1500 a.C–40 d.C)
Informalmente,as descrições científicas de peixes são representadas dentro da tradição Cristã - Judaica. Moisés, no desenvolvimento do kashrut, proibiu o consumo de peixes sem escamas ou faltando parte do corpo (ex: nadadeiras). Teólogos e ictiologistas especulam que o apóstolo Pedro e os seus contemporâneos coletavam peixes que hoje ainda são pescados e vendidos nas indústrias modernas ao longo do mar daGalileia, atualmente conhecido como lago Kinneret em Israel. Estes peixes incluem os ciprinídeos do gênero "Barbus" e "Mirogrex", ciclídeos do gênero "Sarotherodon", e "Mugil cephalus" da família Mugilidae.
Era Mediterrânea (335 A.C–80 D.C)
Aristóteles incorporou a ictiologia ao estudo formal científico. Entre 335 a.C - 322 d.C fizeram a primeira classificação taxonômica, na qual foram descritas comprecisão 117 espécies de peixes do mar Mediterrâneo. Além disso, Aristóteles observou as diferenças anatômicas e de comportamento entre os peixes e mamíferos marinhos. Após sua morte, alguns dos seus discípulos continuaram as suas pesquisas ictiológicas. Teofrasto, por exemplo, compôs um tratado sobre peixes anfíbios. Os romanos, embora menos dedicados a ciência, escreveram extensivamente sobrepeixes. Plínio "o Ancião", um notável naturalista romano, compilou os trabalhos de gregos, incluindo peculiaridades comprováveis, embora aparentemente fantasiosas como o tubarão-serra e as sereias. A documentação de Plínio foi à última contribuição significativa até o Renascimento Europeu.
Era do Renascimento Europeu (1200 D.C–1600 D.C)
Os escritos de três estudantes do século XVI, HippolyteSalviani, Pierre Belon, e Guillaume Rondelet, significam a concepção da ictiologia moderna. As investigações destes indivíduos eram baseadas na pesquisa atual em comparação a citações antigas. Esta propriedade popularizou-se e enfatizou essas descobertas. Apesar da notoriedade deles, o "Piscibus Marinum" de Rondelet é considerado como o mais influente, pois identificou 244 espécies de peixes.
Era...
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