Humanismo

Páginas: 7 (1609 palavras) Publicado: 9 de março de 2015


Resumo:
Humanismo em Portugual


Aluno: Luca Baron Pietro

Componente Curricular: Língua Portuguesa

Docente: Carla Caroline Oliveira dos Santos



Palmital-SP
14/07/2014
Humanismo em Portugal


O humanismo literário (séculos XV e XVI) é um termo aplicado a produção literária produzida na transição entre a idade média e a idade moderna. Neste período inicia-se a discussão entre oantropocentrismo e o teocentrismo, parte disso sendo efeito das mudanças socioeconômicas da época.
Neste período o feudalismo entrava em declínio dando espaço a burguesia, as cidades (burgos) e a maior valorização do poder econômico. Os destaques literários desta época podem ser destacados em 3 manifestações principais: Crônica histórica, Poesia Palaciana e Teatro Popular.

Na crônica histórica o foco eraregistrar os fatos e acontecimentos da época. Pela primeira vez foi dada atenção as realizações do povo e não somente das dos nobres nas crônicas, principalmente nas de autoria de Fernão Lopes, o mais conhecido cronista da época, nomeado cronista-mor da corte de Portugal.

Principais Obras de Fernão Lopes:

“Crônica d’El-Rei D. Pedro”
“Crônica d’El-Rei D. Fernando”
“Crônica d’El-Rei D. João I”

Apoesia palaciana nos mostra a vida na corte e o ponto de vista dos nobres que a escreviam, diferenciando-se principalmente da poesia trovadoresca quando trata a mulher de uma forma mais sensual e menos idealizada. Outro ponto de diferença entre estes períodos é a separação da música das poesias.
A parte métrica das cantigas é definida entre redondilhos maiores (sete silabas poéticas) e redondilhosmenores (cinco silabas poética).
Garcia de Resende, poeta português, uniu diversos poemas palacianos na obra Cancioneiro geral, que data de 1516.

O teatro popular teve como principal dramaturgo Gil Vicente que escreveu cerca de 46 peças conhecidas atualmente. Ele utilizava tipos sociais comuns para definir suas personagens. Suas peças podem ser classificadas (basicamente) de duas maneiras:

Autos:peças teatrais cujo assunto principal é a religião.
“Auto da alma” e “Trilogia das barcas” são alguns exemplos.

Farsas: peças cômicas curtas. Enredo baseado no cotidiano.“Farsa de Inês Pereira”, “Farsa do velho da horta”, “Quem tem farelos?” são alguns exemplos.



Resenha Crítica:
Auto da Barca do Inferno

Aluno: Luca Baron Pietro

Componente Curricular: Língua Portuguesa

Docente: CarlaCaroline Oliveira dos Santos



Palmital-SP
14/07/2014

Na primeira obra da “Trilogia das Barcas” (Auto da Barca do Inferno de 1527, Auto da Barca do Purgatório de 1518 e do auto da barca da Glória de 1519) de Gil Vicente, o espectador se depara com um porto fictício onde estão aportadas duas barcas, a do céu, com um anjo na proa, e a do inferno com o diabo e seu companheiro.
Então começam a apareceras almas dos mortos. O primeiro é um fidalgo que é obrigado a entrar na barca do inferno pelos seus pecados em vida como, por exemplo, luxúria. Ele ainda argumenta que deveria ir para barca do céu pois havia muitas pessoas que rezavam por ele, mas acaba se conformando depois de saber que sua própria amada o estava enganando e entra na barca do inferno.
O próximo a chegar é um agiota, que haviasido muito ganancioso e avarento em vida, e acaba indo parar na barca do inferno, após o anjo negar sua entrada na outra. Como último recurso ele pede para o diabo deixa-lo voltar a vida para buscar suas riquezas, mas isto lhe é negado e ele finalmente embarca.
A seguir aparece um parvo. Ele é convidado a entrar na barca do inferno, mas acaba conseguindo um lugar na barca do céu pela sua humildade.Aparece então um sapateiro, que enganou muitas pessoas em vida. Ele acaba sendo recusado pelo anjo e embarca na barca pertencente ao diabo.
O frade vem acompanhado de sua amante e tinha certeza de que iria para a barca do céu. Porém é condenado a seguir com o diabo por não respeitar as morais religiosas. Na sequencia chega Brísida Vaz, uma alcoviteira que acaba sendo levada na barca do inferno...
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