Historia

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Universidade Norte do Paraná




Curso de licenciatura em História



1º semestre 2012

São Vicente-SP


Atividade Interdisciplinar




Alunas:

















Introdução
Este trabalho se propõe a apresentar e discutir critérios de análise utilizado por autores de três livros didáticos do ensino médio, identificará aspectos econômicos, políticos,filosóficos e culturais da época da Queda do Império Romano.
Levaremos em conta como estes livros abordam a Queda do Império Romano e de que maneira este tema pode auxiliar professores de outras matérias para trabalhar suas atividades com os alunos.
Livro 1:

Série Parâmetros
Historia para ensino Medio
Historia Geral e do Brasil
Editora; Scipione
Autores; Claudio Vicentino eGianpaolo Dorigo

                De acordo com o livro pesquisado, os relatos a seguir demonstrarão o modo que os autores trabalham e interpretam a queda do Império Romano, como foram tratados os aspectos econômicos, políticos, filosóficos e culturais na época.
                A partir do século lll da era cristã, a civilização romana mergulhou em sucessivas crises, tendo início o período que foidenominado por uns de baixo império e por outros de antiguidade tardía. A expansão territorial, base de toda a riqueza e estabilidade política e social  do  império, foi se esgotando. Esse esgotamento ocorreu, entre outras coisas, por causa da própria dimensão territorial alcançada, da pressão dos povos dominados, da distância, do custos e da inviabilidade de novas anexações, na medida em quesurgiam obstáculos naturais detendo os romanos, desde os desertos da África e do Oriente Médio até as florestas da Europa Central.
                Quando foi interrompida a expansão territorial para o fortalecimento e a manutenção das fronteiras, isso levou à escassez  de  mão-de-obra, e como não eram capturados novos escravos, a economia escravista romana entrou em crise. Simultaneamente, os custosdas estruturas imperiais, militares e administrativas continuavam exaurindo o poderio romano, reativando as disputas entre chefes militares e acelerando  a  crise imperial.
                Paralelamente houve o crescimento do cristianismo em meio à população cativa e a adesão a uma nova crença, que oferecia aos escravos uma alternativa de salvação, ainda que após a morte. 
                Oespiritualismo cristão, a crença na vida após morte chocava-se com a tradicional religião romana, inspirada na grega, essencialmente
prática e ligada à obtenção de vantagens concretas e imediatas.
                Para os escravos o espiritualismo cristão e seu caráter ético era consolador e carregado de esperanças: para os bons cristãos, uma vida
melhor após a morte (no paraíso); para os maus ou paraos pagãos, o contrário (uma vida eterna no inferno).
                Sendo universal, contrária à violência, rejeitando a divindade do imperador, bem como a estrutura hierarquizada e militarizada do império, 
a nova religião passou a ter um caráter subversivo para política romana. Na medida em que o colapso econômico rondava o império, cada vez mais
homens livres se convertiam ao cristianismo.                Em meio à decadência, o Estado romano passou a intervir cada vez mais na vida econômica e social das pessoas. Tratava-se  de salvar o
império e, nesse processo, destacam-se os imperadores:

Diocleciano (284-305): criou o Èdito Máximo, fixando os preços de mercadorias e salários em uma tentativa de combater a crescente inflação.  Não teve sucesso, tendo gerado a ampliação dosproblemas de abastecimento. Do ponto de vista administrativo, criou a tetrarquia,  dividindo  o  império entre quatro generais.

Constantino(313-337): por meio do Édito de Milão, declarou  liberdade de culto aos cristãos,  encerrando a  violenta  perseguição que  era impingida.
 Estabeleceu também  uma segunda capital  para o império, em Constantinopla, a  leste e próximo ao  Mar Negro, em...
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