História

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Nome: Cleiton Ferreira da Silva RA.: 414486-6 Data: 20/10/2009
Curso: História Prof.: André Disciplina: Historiografia

Fichamento:

Referência Bibliográfica:

CHESNEAUX, Jean.A história como relação ativa com o passado. In: . Devemos fazer tábula rasa do passado? Sobre a história e os historiadores.São Paulo: Ática, 1995. Cap. 1, pp. 21–27.

O autor fala sobre a função dohistoriador, a finalidade da história e de outras disciplinas. Fala sobre a existência de ironias da história, dos seus atos que a fazem serem tão bem organizada. E que a história tem a capacidade de dar lições e de fazer distribuição de honras para as pessoas que conseguirem se manter em cena ,ou então, de saber conduzir um julgamento do alto de seu tribunal e de vez em quando costumar manter osseus mistérios, não querendo comentar-lhes.

Chesneaux diz que por trás das fórmulas que não chamam a atenção, existe algo coeso e arriscado. É muito arriscado porque os historiadores tem o desejo de exaurir o passado, quer dizer, a história tem o domínio sobre os homens de um local considerado externo, onde ela executa sobre eles uma autoridade que está acima de qualquer coisa. Isso porque aprópria história está inscrita no passado considerado irreversível e que é preciso curvar-se na presença dela.

O autor cita o que disse Karl Marx, “a história não faz nada, ela não possui nenhuma imensa riqueza, ela não trava nenhuma batalha. É sobretudo o homem, o homem realmente vivo, que executa tudo, que domina e que luta”.

Importante salientar que, o passado diz aquilo quetem significado importante para todos nós. O passado ajuda-nos a entender de maneira mais perfeita, a sociedade em que fazemos parte, logo, devemos saber o que se deve defender, preservar, mudar e destruir. Para isso temos o trabalho profissional do historiador.

O autor dá um destaque para o historiador amador Claude Manceron, quando ele disse que “existe uma grande fome de história entreo povo”. Ele disse essa fórmula em um debate um debate com Claude Mazauric, outro historiador.

Segundo o autor, a fome de história pode ter alguma coisa de visceral e primitivo, quer dizer, a busca de um abrigo contra o que não vai bem. Isso pode ter o sentido de vontade de lutar e uma ligação ativa. Os historiadores procuram dar a história e ao conhecimento histórico um sentido maiscoletivo e menos especializada e técnica.

Chesneaux, afirma que os historiadores da antiga geração eram considerados mais simples do que os tecnocratas de computador, afinal, eles preferiam dar valor ao seu tempo e ao seu povo. Eles se mantinham intelectuais, pois, observavam o passado, procuravam entender o presente. Para estes historiadores, o conhecimento do passado de forma coletiva,bastava por ele mesmo, afinal de contas, não havia necessidade de tornar claro a prática social, engajamento de forma ativa e concreta.

O autor diz aqui que o conhecimento do passado é uma coisa ativa do movimento de uma sociedade, quer dizer, é uma conexão de lutas políticas e ideológicas rispidamente disputada. Importante frisar que o passado e o conhecimento histórico trabalham para oconservadorismo social ou das lutas populares. A história jamais se inclui em uma luta de classe, ela não é considerada neutra e nem está acima da disputa.

Neste parágrafo, Chesneaux comenta a respeito do cantor militante Claude Marti, onde o cantor em 1811 canta para os alistados rebeldes languedocianos. O cantor se recusou a se deixar morrer em nome do Napoleão Bonaparte na Alemanha ou naRússia. Ele canta os vinhateiros que se rebelaram em 1907. E na estação do verão, no ano de 1975, há exatos 34 anos atrás, no tricentenário do marechal Turenne, foi dado ao primeiro ministro chamado Chirac, um espaço de tempo a exaltação das qualidades do “Estado Nacional”, durante a revolta corsa. No final do parágrafo, o autor finaliza afirmando que “cada um escolhe seu passado, e essa escolha...
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