História contemporânea i

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FACULDADE DO NOROESTE DE MINAS-FINOM

PORTFÓLIO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA I

Alessandro Magalhães Medina

PARACATU – MG
MARÇO/2011
FACULDADE DO NOROESTE DE MINAS-FINOM

PORTFÓLIO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA I

Alessandro Magalhães Medina

Portfólio apresentado ao curso de Pedagogia EaD da Faculdade do Noroeste de Minas – FINON, como requisito parcialpara aprovação na disciplina de História Contemporânea I.

Prof.: Ms. Vitor Fonseca Figueiredo.

Unidade Autônoma de Estudo: His2-030.

PARACATU – MG
MARÇO/2011

Introdução

O presente portfólio aborda aspectos conceituais como: O pensamento iluminista. Movimentos burgueses dos séculos XVII e XVIII:Revolução Francesa. A era Napoleônica. O Congresso de Viena e a Santa Aliança. A revolução industrial. O Liberalismo e o Socialismo. A Unificação da Itália. Unificação da Alemanha. A Hegemonia dos EUA no século XIX. O imperialismo do século XIX. Revolução Industrial Inglesa e Relação tempo e trabalho no mundo contemporâneo. Ministrada no quarto período do segundo semestre de 2010, pelo professor conteudistaMs. Vitor Fonseca Figueiredo. O Guia de História Contemporânea I foi organizado pelo professor César Fernandes Moura e foi dividido em oito unidades. Ao final de cada uma delas, há atividades complementares pertinentes à temática abordada.
Este guia examina as novas abordagens que tentam recuperar o papel do indivíduo no estabelecimento de vínculos sociais descentrando o objeto dahistória: ao invés de estruturas, racionalidades e estratégias usadas por comunidades e famílias para atingirem seus objetivos. O fato dos historiadores estarem crescentemente atentos com relação ao caráter narrativo também mexe com velhas crenças. Dúvidas, desafios e propostas da história hoje são os principais pontos deste guia.

Desenvolvimento

Foram analisados neste trabalho osproblemas relativos à afirmação da noção de história do tempo presente e ao uso, pelos historiadores, de testemunhos diretos.
É preciso lembrar que a história dos fatos recentes nem sempre foi vista como problemática. Na Antiguidade clássica, muito ao contrário, a história recente era o foco central da preocupação dos historiadores. Para Heródoto e Tucídides, a história era um repositório deexemplos que deveriam ser preservados, e o trabalho do historiador era expor os fatos recentes atestados por testemunhos diretos. Não havia, portanto nenhuma interdição ao estudo dos fatos recentes, e as testemunhas oculares eram fontes privilegiadas para a pesquisa.
O que alterou esse quadro? Por que, no século XIX, a história recente, então chamada de contemporânea, tornou-se um objetoproblemático? O ponto de partida para entender esse processo é a constatação do triunfo de uma determinada definição de história a partir da institucionalização da própria história como disciplina universitária. Essa definição, fundada sobre uma ruptura entre o passado e presente, atribuía à história a interpretação do passado e sustentava que só os indivíduos possuidores de uma formaçãoespecializada poderiam executar corretamente essa tarefa.
Examinemos aqui como o uso dos testemunhos diretos, valorizado pela historiografia da Antiguidade clássica, foi desqualificado pela historiografia na segunda metade do século XIX e restaurado neste século pelos historiadores que defendem a validade do estudo do tempo presente. Esse processo ocorreu em numerosos países, mas vamos nosconcentrar sobre o caso francês.

Até 1880, a história, na França, era uma disciplina sem real autonomia, dominada pela literatura e pela filosofia e subordinada ao jogo político das conjunturas. A pesquisa histórica estava sob o controle dos eruditos tradicionais, hostis à República, e não havia um ensino especializado de história. A ausência de formação para a pesquisa...
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