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Escola ES/3 Artur Gonçalves


Data: 12 de Maio de 2008



































Trabalho realizado por:

Diana Leal nº4994
Mariana Fernandes nº5003
10ºA
Índice

Introdução……………………………………………………………………………….2
Organograma…………………………………………………………………………….3
Perspectiva de Peter Singer (argumentos a favor e objecções) ………...…………...4,5,6
Perspectivade Thomas Pogge…………………………………………………………7,8
Perspectiva de Robert Nozick – a justiça como titularidade legítima.......………………9
Conclusão………………………………………………………………………………10
Bibliografia………………………………………………………………….………….11
Anexo (a pobreza absoluta no mundo).………………………………………………...12








































Introdução

A pobreza é actualmente um dosmaiores e mais graves problemas do mundo contemporâneo e também uma das grandes causas de sofrimento humano. Ela manifesta-se por todo o mundo embora de diferentes maneiras. Nos países mais ricos, predomina a pobreza relativa, uma pobreza em nada comparável à que existe nos países mais pobres – a pobreza absoluta.
Nos países ricos, as pessoas são pobres por comparação com a riqueza alheia. János países onde existe pobreza absoluta, as pessoas são sempre pobres seja qual for o padrão de comparação utilizado, pois não têm qualquer tipo de rendimento que satisfaça as suas necessidades mais básicas, como a alimentação, o vestuário, a habitação, o saneamento básico, a acesso a água potável, o acesso à educação e a assistência médica.
Milhões de pessoas vivem nesta pobreza absoluta, umapobreza de tal forma extrema que é responsável pela maior parte dos problemas nos países menos desenvolvidos – a subnutrição, o analfabetismo, a doença, as elevadas taxas de mortalidade infantil, a baixa esperança média de vida, etc.
A existência da pobreza absoluta levou então vários filósofos a formular teorias nas quais reflectem sobre a obrigação moral que temos ou não de ajudar quem seencontra nesta situação. Será que somos responsáveis pela pobreza absoluta e por isso devemos contribuir para a diminuir?
Neste trabalho iremos apresentar diversas perspectivas sobre a pobreza e a obrigação moral de ajudar, tais como as perspectivas de Peter Singer e Thomas Pogge, que defendem que temos o dever de ajudar e a perspectiva de Robert Nozick que por sua vez contraria as anteriores.Pretendemos assim, reflectir acerca deste problema que directa ou indirectamente nos afecta a todos nós – a pobreza absoluta.
























Organograma








































Perspectiva de Peter Singer

Muitas pessoas têm consciência de que a pobreza é um mal, no entanto, não se sentem responsabilizadas porisso pois acreditam que nada fizeram para essa pobreza existir e, como tal, se nada fizerem para ajudar os mais pobres, não estarão a agir de uma forma errada. Acreditam antes que, ao ajudarem os mais desfavorecidos estão a realizar uma acção supererrogatória, ou seja, estão a realizar algo de bom que vai além do dever de cada um.
A maioria das pessoas defende que a diferença entre actos eomissões, ou seja, entre fazer algo e deixar que algo aconteça, é moralmente importante pois acreditam, por exemplo, que matar é muito pior que deixar matar. Assim podemos entender a diferença entre gastar dinheiro em luxos em vez de o utilizar para salvar vidas (deixar morrer) e em matar conscientemente pessoas (matar).
Na primeira situação a maioria das pessoas considera que se nada fizermos paraajudar aqueles que correm risco de vida, não devemos ser castigados, pois ao agirmos de forma a ajudá-los nunca teríamos a certeza se essas pessoas morreriam ou não, enquanto que ao matarmos alguém, estamos a agir de uma forma deliberada e consciente, pois estamos motivados para tal e temos a intenção de o fazer, e, como tal, devemos ser castigados.
Perante esta situação e o facto de as pessoas...
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