Hidronefrose grau iii

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Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas do Piauí- NOVAFAPI
Curso: Bacharelado em Enfermagem
Professora: Mayra Liana Pimentel Martins Félix

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM HIDRONEFROSE GRAU III.

TERESINA-PI
MAIO DE 2012.

THAMARA EVELLINE DE SOUSA CARVALHO

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM HIDRONEFROSE GRAU III.Trabalho científico submetido à disciplina Saúde da Criança um dos pré requisitos para obtenção de nota prática, de corpo discente do 5º Bloco de Enfermagem, no Hospital Infantil Lucídio Portella.

Orientador: Mayra Liana Pimentel Martins Félix


TERESINA- PI
MAIO DE 2012.SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO .............................................................................................04

2. DESENVOLVIMENTO ................................................................................05
3.1 HISTÓRICO DO PACIENTE..................................................................07
3.2 PRESCRIÇÃO DOPACIENTE...............................................................11
3.3 EVOLUÇÕES DE ENFERMAGEM........................................................13
3.4 PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM.....................................................14
3.5 PLANO DE ALTA....................................................................................15

3.CONCLUSÃO................................................................................................16
.
4. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA................................................................17

1. INTRODUÇÃO
A hidronefrose é uma doença dos rins que compreende a dilatação dos canais evacuatórios de urina. A função destes canais é aquela de recolher a urina e encaminhá-la em direção às vias urinárias. Estes atravessam o rim e formam os cálices que desembocam napélvis renal, ponto de junção entre o rim e o ureter.
A dilatação manifesta-se quando um obstáculo ao longo das vias urinárias impede o defluxo normal do líquido: determinam-se assim um aumento da pressão e o consequente crescimento do volume da pélvis, dos cálices e dos canais internos do rim, que podem danificar seriamente o tecido renal. O rim, que se tornou um saco inchado de urina, já não podedesempenhar a sua função de depurador.
Geralmente, a hidronefrose atinge somente o rim afetado por uma obstrução e pode ser envolvido todo o órgão ou só uma parte deste. Mas existem também - sobretudo nas crianças algumas formas nas quais uma anomalia congénita ou uma falta de tónus e de mobilidade da pélvis provocam uma hidronefrose bilateral.
A causa mais frequente é um obstáculo ao longo das viasurinárias, entre o rim e a bexiga: um cálculo, a obstrução ou a torção de um ureter, uma doença da bexiga. O obstáculo também pode ser representado por uma anomalia congénita das vias urinárias. Seus sintomas são: Dores lombares, sangue na urina, anemia, cansaço, hipertensão, dores gástricas e intestinais, náusea, perda de peso, infecções urinárias repetidas.
A primeira tentativa deve ser aquelade remover a causa: pulverizar ou evacuar um cálculo ou outro obstáculo ao defluxo da urina, corrigir uma anomalia das vias urinárias. Isto permite parar a evolução e preservar as funções renais restantes. Se já se manifestou uma insuficiência renal, com uma taxa de ureia ou de creatinina demasiado elevada, é necessário seguir uma dieta pobre de sal e proteínas. Uma hipertensão arterial secundáriaà destruição do tecido renal requer uma terapia específica. Se não se trata a causa, a hidronefrose desenvolve-se levando à destruição do rim e tornando, por conseguinte necessárias a nefrectomia (remoção do rim) e a diálise, sobretudo nas formas que afetam ambos os rins. Nos casos particularmente graves pode recorrer-se a um transplante renal.
O presente trabalho trata-se de uma pesquisa...
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