Guerra de canudos

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ESCOLA ESTADUAL MARIA DE LURDES ARRUDA

GUERRA DOS CANUDOS

JHOSYANE DA SILVA

Manaus/AM
ESCOLA ESTADUAL MARIA DE LURDES ARRUDA

JHOSYANE DA SILVA
9º Ano Turma 3 - Vespertino

GUERRA DOS CANUDOS

Trabalho Apresentado para a obtenção de nota parcial na disciplina de História solicitado pela professora Glenda.

Manaus/AM
INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo caracterizar emostrar algumas causas e conseqüências de um dos episódios mais marcantes na história brasileira, o motivo que levaram a tantas injustiças e revoltas na comunidade de Canudos.
Uma guerra que terminou com a destruição total de Canudos, a degola de muitos prisioneiros de guerra, e o incêndio de todas as casas do arraial.
Mostrando a brava luta de Antônio Conselheiro que lutou tornando-se líderdo arraial e atraindo milhares de pessoas. Onde Acreditava que República, recém-implantada no país, era materialização do reino do Anti-Cristo na Terra.

GUERRA DE CANUDOS
A Guerra de Canudos ou Campanha de Canudos, também chamada de Guerra dos Canudos[1], foi o confronto entre o Exército Brasileiro e integrantes de um movimento popular de fundo sócio-religioso liderado por Antônio Conselheiro,que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, no nordeste do Brasil.
O 40º Batalhão de Infantaria, da província do Pará, em Canudos, 1897
A região, historicamente caracterizada por latifúndios improdutivos, secas cíclicas e desemprego crônico, passava por uma grave crise econômica e social. Milhares de sertanejos e ex-escravos partiram para Canudos,cidadela liderada pelo peregrino Antônio Conselheiro, unidos na crença numa salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.

Os grandes fazendeiros da região, unindo-se à Igreja, iniciaram um forte grupo de pressão junto à República recém-instaurada, pedindo que fossem tomadas providências contra Antônio Conselheiro e seusseguidores. Criaram-se rumores de que Canudos se armava para atacar cidades vizinhas e partir em direção à capital para depor o governo republicano, reinstalando a Monarquia.
Apesar de não haver nenhuma prova para estes rumores, o Exército foi mandado para Canudos. Três expedições militares contra Canudos saíram derrotadas, o que apavorou a opinião pública, que acabou exigindo a destruição doarraial, dando legitimidade ao massacre de até vinte mil sertanejos. Além disso, estima-se que cinco mil militares tenham morrido. A guerra terminou com a destruição total de Canudos, a degola de muitos prisioneiros de guerra, e o incêndio de todas as casas do arraial.

A FIGURA DE ANTONIO CONSELHEIRO
Mulheres e crianças, seguidoras de Antônio Conselheiro, presas durante os últimos dias da guerra.Antônio Vicente Mendes Maciel, apelidado de "Antônio Conselheiro", nascido em Quixeramobim (CE) a 13 de março de 1830, de tradicional família que vivia nos sertões entre Quixeramobim e Boa Viagem, fora comerciante, professor e advogado prático nos sertões de Ipu e Sobral. Após a sua esposa tê-lo abandonado em favor de um sargento da força pública, passou a vagar pelos sertões em uma andança devinte e cinco anos.
Chegou a Canudos em 1893, tornando-se líder do arraial e atraindo milhares de pessoas. Acreditava que a República, recém-implantada no país, era a materialização do reino do Anti-Cristo na Terra, uma vez que o governo eleito seria uma profanação da autoridade da Igreja Católica para legitimar os governantes. A cobrança de impostos efetuada de forma violenta, a celebração docasamento civil e a separação entre Igreja e Estado eram provas cabais da proximidade do "fim do mundo".
Antônio Conselheiro morto, em sua única doto conhecida, tirada por Flávio de Barros, no dia 6 de outubro de 1897.

ARRAIAL DE CANUDOS
Canudos era uma pequena aldeia que surgiu durante o século XVIII nos arredores da Fazenda Canudos, às margens do rio Vaza-Barris. Com a chegada de Antônio...
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