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Páginas: 45 (11103 palavras) Publicado: 19 de outubro de 2011
REVISITANDO RANGANATHAN: A CLASSIFICAÇÃO NA REDE
   
Hagar Espanha Gomes*    
Dilza Fonseca da Motta**    
Maria Luiza de Almeida Campos***
   
SUMÁRIO
1 VISÃO GERAL DO PROBLEMA
PRIMEIRA PARTE: DA CLASSIFICAÇÃO
2 PRINCÍPIOS NORMATIVOS
   2.1 Leis Fundamentais
      2.1.1 Leis da Biblioteconomia
      2.1.2 Leis da Interpretação
      2.1.3 Lei da Imparcialidade
      2.1.4 Lei daSimetria
      2.1.5 Lei da Parcimônia
      2.1.6 Lei da Variação Local
      2.1.7 Lei da Osmose
3 CÂNONES PARA O TRABALHO NO PLANO DAS IDÉIAS
   3.1 Cânones para Características
      3.1.1 Cânon da Diferenciação
      3.1.2 Cânon da Relevância
      3.1.3 Cânon da Verificabilidade
      3.1.4 Cânon da Permanência
   3.2. Cânones para Sucessão das Características
      3.2.1 Cânon daConcomitância
      3.2.2 Cânon da Sucessão Relevante
      3.2.3 cânon da Sucessão Consistente
   3.3 Cânones para Renques
      3.3.1 Cânon da Exaustividade
      3.3.2 Cânon da Exclusividade
      3.3.3 Cânon da Seqüência Útil
      3.3.4 Cânon da Seqüência Consistente
   3.4 Cânones para Cadeias
      3.4.1 Cânon da Extensão Decrescente
      3.4.2 Cânon da Modulação
   3.5 Cânonespara Sequência de Filiação
      3.5.1 Cânon para Classes Subordinadas
      3.5.2 Cânon para Classes Coordenadas
4 PRINCÍPIOS PARA SEQUENCIA ÚTIL
   4.1 Princípio do Posterior-no-Tempo
   4.2 Princípío do Posterior-na-Evolução
   4.3 Princípio da Contigüidade Espacial
   4.4 Princípios para Medida Quantativa
   4.5 Princípio da Complexidade Crescente
   4.6 Princípio da Seqüência Canônica   4.7 Princípio da Garantia Literária
   4.8 Princípio da Ordem Alfabética
SEGUNDA PARTE: CLASSIFICAÇÃO ANALÍTICO-SINTÉTICA
5 CATEGORIAS FUNDAMENTAIS
   5.1 Seqüência das Facetas
      5.1.1 Postulado da Primeira Faceta
      5.1.2 Postulado da Concretude
6 RELAÇÕES PARTITIVAS
   6.1 Todo
   6.2 Parte
      6.2.1 Porção
      6.2.2 Órgão
      6.2.3 Constituinte
CONSIDERAÇÕESFINAIS
REFERÊNCIAS
1 VISÃO GERAL DO PROBLEMA
A Classificação esteve sempre no centro da Biblioteconomia, da Bibliografia e da Documentqação: a necessidade de se estabelecer alguma ordem dos documentos para serem rapida e eficazmente encontrados e, ainda, para permitir ao leitor o browsing nas estantes, foram, sem dúvida, fatores determinantes para a criação de esquemas de classificaçãobibliográficas. Os livreiros foram, talvez, os primeiros, nos tempos modernos, a se ocupar de tal atividade, mas foi na Biblioteconomia que a Classificação alcançou seu apogeu. Schreiner, Campos, Kaula mostram a evolução das classificações do conhecimento e sua aplicação ao universo dos documentos, ficando evidente o papel de Ranganathan, o grande teórico da Classificação.
A produção, o armazenamento arecuperação de documentos em meio digital eliminaram a exigência de uma organização física e os esquemas de classificação bibliográfica ficaram restritos ao acervo impresso presente nas bibliotecas. A classificação estaria assim ultrapassada. Não teria outro propósito.
O desenvolvimento de portais na internet como meio de acesso a informações trouxe de volta algumas questões da Biblioteconomiaconvencional e novas perspectivas para o tratamento dos documentos em meio digital, agora chamados de "recursos".
Os menus e diretórios surgem como um novo mecanismo de consulta, ao lado das ferramentas de busca. Como tal, têm sido organizados de forma um tanto arbitrária, o que não poderia ser de outro modo, porque os assuntos não permitem, via de regra, organização de classes mutuamente exclusivas, ouseja, a organização de seu conteúdo não obedece a princípios lógicos, mas reflete uma visão momentânea de um assunto ou do órgão ao qual o site pertence. Então, cada diretório se organiza da forma mais conveniente para seus responsáveis. Por exemplo, um site inclui no conjunto "Tipologia da Informação" tópicos como Bases de dados, Centros de informações, Cursos de pós-graduação, Faculdades,...
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