Gestao de riscos

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Índice

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1. Introdução 1
2. Contextualização 2
3. Hipóteses 6
4. Justificativa e relevância do Estudo 6
5. Objectivos 7
6. Enquadramento Teórico e Conceptual 8
7. Metodologia 10
8. Resultados Esperados 11
9. Cronograma 12
10. Bibliografia 13Introdução

Os escândalos financeiros ocorridos em todo o mundo, entre outras empresas despertam a sociedade em geral a necessidade de implementação de adequados sistemas de controlo interno com foco nas transações que dão origem aos registos contabilísticos com o fim último de garantir a proteção do seu património e recuperar a credibilidade no mercado de capitais.

Umadequado sistema de controlo interno tem um efeito preventivo na organização, contribui para a redução de custos e alcance de excelentes resultados, torna a empresa mais competitiva, fortalece a imagem da organização, permite uma eficiente gestão de erros, contribui para a credibilidade de resultados e redução de fraudes. E como meio para alcançar esses fins é necessário que acções, mudanças ou funçõessejam tomadas e realizadas em conjunto, de modo a minimizar as limitações de efeitos isolados e garantir a implementação de um controlo efectivo.

Uma informação financeira credível e de qualidade permite o acompanhamento da evolução patrimonial, o conhecimento da situação patrimonial de exercícios anteriores e perspectivar o futuro financeiro da empresa. Para tal é necessário que o órgão deadministração estabeleça procedimentos que garantem a implementação das políticas de gestão (por exemplo analise de riscos internos e externos e a transmissão de informação relevante a todos os sectores que asseguram a funcionalidade do controlo interno).

Importa frisar para que o controlo interno seja eficaz, e para que realmente auxilie a empresa ou entidade na prossecução dos seus objectivos, aimplementação das suas cinco componentes é feita por meio de interligação entre elas.

É neste contexto que o presente estudo propõe-se a avaliar o uso do controlo interno e o gerenciamento de risco na empresa moçambicana no de Auditoria Ernest Young.












Contextualização

A mudança constante no ambiente e as inovações tecnológicas tem interferido no ambiente organizacional deste modo,toda actividade económica devidamente planeada e executada carece de um controlo para a identificação de prováveis desvios e a sua correção em caso afirmativo. Sendo assim, o controlo constitui uma ferramenta de proteção a integridade patrimonial, orientando a manutenção de informações tempestivas necessárias à eficiência operacional.

Segundo Morais e Martins (2007:27) o controlo é qualquer acçãoempreendida pelo conselho de Administração – CA, pela gestão sénior e outros membros de uma organização ou entidade para aperfeiçoar a gestão de risco e melhorar a possibilidade do alcance dos objectivos e metas organizacionais pré-estabelecidos ou prespectivadas.

Segundo Caiado e Caiado (2006:407), as funções típicas de gestão definidas por Taylor e outros autores são (I) planeamento; (II)organização; (III) direção; (IV) controlo. Assim, controlo interno é o que nós entendemos quando discutimos a quarta função de gestão, o controlo pois, controlos internos adequados permitem gestores a delegarem responsabilidades para os subordinados e garantem com segurança razoável que o que eles esperam será alcançado.

A ausência de controlo traz como consequência a não-correção dos desvios ou errosocorridos, gerando desperdícios e mau uso de recursos, facilitando deste modo actividades ilícitas tais como a corrupção, uso indevido de recursos, fraudes, conluio entre funcionários da organização, ou entre estes e os externos a mesma. Dai a necessidade das instituições implementarem um sistema adequado de controlo.

Controlo Interno

Segundo Jacques (2004:6), o controlo interno desenvolveu-se...
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