Gestao de recursos humanos

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INSERÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA NO MERCADO DE TRABALH0

TEMA

A inclusão de pessoas portadoras de deficiência auditiva no mercado de trabalho.

PROBLEMATIZAÇÃO

Quais barreiras são encontradas por estes deficientes junto ao mercado de trabalho?

OBJETIVO GERAL

Identificar os obstáculos enfrentados pelos deficientes auditivos na inserção no mercado de trabalhoOBJETIVOS ESPECÍFICOS

Conhecer amplamente a situação cotidiana de inclusão e a exclusão na comunidade.

Identificar qual o grau de aceitabilidade do deficiente auditivo nas empresas.

Perceber a importância da Gestão de Pessoas na inserção do portador de deficiência auditiva no mercado de trabalho.

INTRODUÇÃO

O presente trabalho teve a finalidade deinvestigar os problemas das pessoas com deficiência auditiva e a sua inserção no mercado de trabalho visando maior integração entre as organizações e os portadores desta necessidade especial, bem como sua aceitação.

A escolha deste tema leva em consideração a preocupação com a alocação destes profissionais inúmera vezes desprezadas pelo mercado, mas com habilidades que podem ser trabalhadasDESENVOLVIMENTO

1. Podemos verificar que tal artigo relata o compromisso da nação brasileira em admitir portadores de deficiência como trabalhador, desde, é claro, que suas limitações não sejam incompatíveis com a atividade profissional.A respeito da formação profissional e do trabalho, promoção de ações eficazes para a inserção das pessoas portadoras dedeficiências nos setores públicos e privado, com a adoção de legislação específica que discipline a reserva de mercado de trabalho nas entidades.

Após muita luta, empreendida pelos movimentos sociais ligados ao portador de deficiência, surge em 1975 a "Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes" resolução elaborada pela Organização das Nações Unidas, aprovada pela sua Assembléia Geral emundialmente enfatizada em 81 – o Ano Internacional da Pessoa Deficiente (AIPD), que teve como tema "Participação e Plena Igualdade".
Acompanhando esse movimento mundial, no Brasil, em 1989, foi sancionado a Lei 7.853, publicada em 24 de outubro, dispondo sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora deDeficiência (CORDE), instituindo a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas, disciplinando a atuação do Ministério Público e definindo crimes.
O texto legal estatuiu que na sua aplicação e interpretação seriam considerados os valores básicos da igualdade de tratamento e oportunidade, da justiça social, do respeito à dignidade da pessoa humana, do bem-estar,além de outros, indicados na Constituição ou justificados pelos princípios gerais de direito.
Visou a legislação em pauta garantir às pessoas portadoras de deficiência as ações governamentais necessárias ao pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à previdência social, ao amparo, à infância e à maternidade, e de outros que,decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu bem-estar pessoal, social e econômico, afastadas as discriminações e os preconceitos de qualquer espécie. Ademais, alçou a matéria à obrigação a cargo do Poder Público e da sociedade, criando um direito público subjetivo.
Para a tutela jurídica dos interesses coletivos e difusos dos portadores de deficiência, foi outorgada ao MinistérioPúblico, à União, aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios, bem como às associações constituídas a mais de um ano (na forma da lei civil), às autarquias, às empresas públicas, às fundações e às sociedades de economia mista que inclua entre as suas finalidades institucionais a proteção àquelas pessoas, legitimidade para proposição de ação civil pública.

2. Podemos ressaltar na...
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