Gestao de crise

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO














PRODUÇÃO TEXTUAL INDIVIDUAL


























2012



















ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL
GESTÃO DE PROJETOS
NEGÓCIOS INTERNACIONAIS
PESQUISA EM NEGÓCIOSTrabalho apresentado ao Curso (Administração bacharelado) da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná.


Orientador: Prof. Luciane Koetz, Rinaldo Lima, Ivan Campos, Henry Nonaka.








2012







DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO



A contaminação de embalagens do Toddynho, com detergente, na fábrica daPepsiCo, que afetou consumidores no Rio Grande do Sul, segundo as pesquisas realizadas com consumidores do produto, a empresa fabricante do Toddynho não foi transparente com os seus consumidores, tentando ainda esconder ou minizar os fatos ocorridos e ainda de acordo com os consumidores, muito pouco a Pepsico poderá fazer para reverter o quadro, ainda mais porque esta não foi a primeira crise daempresa que já enfrentou outros problemas com o mesmo produto.

A PepsiCo poderia ter se saído melhor nessa crise, mas não foi o que aconteceu, 39 pessoas notificaram ter passado mal, com queimaduras e irritação na mucosa da boca, cólicas e náuseas, em 15 cidades do Rio Grande do Sul, após consumir embalagens de 200 ml do Toddynho, produto fabricado pela PepsiCo. Entre eles, muitas crianças.Oficialmente, somente 13 dias após a denúncia, a PepsiCo admitiu falhas no processo produtivo em sua fábrica de Guarulhos(SP). Embalagens do Toddynho foram envasadas com produtos de limpeza, em vez do achocolatado. O produto de limpeza, à base de água e detergente, estava com pH 13,3 – alcalino, similar ao da soda cáustica. As análises feitas em embalagens recolhidas no RS confirmaram um pH impróprio paraconsumo humano. A empresa não foi transparente no primeiro contato. O porta-voz, que só se pronunciou no dia 5 de outubro, forçado pelos fatos, alegou que o Toddynho consumido “pode conter soda cáustica”, quando a empresa sabia exatamente a mistura que foi parar nas embalagens do produto. O diretor de unidade de negócios Toddynho da PepsiCo, Vladimir Maganhoto, só deu entrevista para a Folha deS.Paulo, ao saber que o jornal tinha ouvido de um funcionário da fábrica que o erro decorreu de um dispositivo com defeito. Ou seja, a empresa estava tentando minimizar ou esconder a sua crise, e só se pronunciou porque pessoas passaram mal após ingerir o produto e porque o jornal descobriu.

A falha teria ocorrido no processo de envasamento do produto, quando o processo é interrompido, com otanque vazio, começa a lavagem automática, sem que os produtos sejam envasados. O problema, segundo o diretor, ocorreu em 23 de agosto. Mas a empresa só admitiu o erro 13 dias depois, após a gritaria dos consumidores. Neste particular, atropelou outra máxima da gestão de crise: seja rápido. Dê a sua versão da crise nos primeiros momentos. A opinião sobre uma crise começa a ser formada entre uma aduas horas, após o acontecimento. O pronunciamento da empresa veio quando jornais, rádios, TV, as mídias sociais detonavam a contaminação. “Quer explodir? Toma um Toddynho no Center Norte!”, dizia José Simão, na Folha de S. Paulo, referindo-se ao problema do Toddynho e a construção de um shopping em cima de um aterro sanitário. Segundo o diretor, o problema foi detectado pela PepsiCo, que descartou"grande parte" do que tinha sido envasado erradamente. Diz a Nota, “a empresa recolheu imediatamente, ainda dentro da fábrica, as embalagens impróprias para o consumo, porém cerca de 80 delas chegaram ao mercado”. Informa também o diretor que a empresa tentou tirá-los do mercado. Ou seja, uma explicação muito evasiva para dar segurança ao consumidor, ferindo assim as premissas da Ética e...
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