Gestantes hiv aids

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FACULDADE DE SAÚDE, CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLÓGICA DO PIAUÍ -NOVAFAPI
BACHARELADO EM ENFERMAGEM

ANDRIANA SILVEIRA COSTA
ANDRÉ DA SILVEIRA COSTA
RUTH MANASSÉS SOUSA RODRIGUES
TIAGO DA SILVA SANTOS

GESTANTE/PUÉRPERAS INFECTADAS POR HIV/AIDS: COMPREENDENDO AS CONSEQUÊNCIAS E LIMITAÇÕES NA VIDA DESSAS PORTADORAS
Uma revisão bibliográfica

TERESINA-PI
2012
ANDRIANA SILVEIRA COSTA
ANDRÉDA SILVEIRA COSTA
RUTH MANASSÉS SOUSA RODRIGUES
TIAGO DA SILVA SANTOS

GESTANTE/PUÉRPERAS INFECTADAS POR HIV/AIDS: COMPREENDENDO AS CONSEQUÊNCIAS E LIMITAÇÕES NA VIDA DESSAS PORTADORAS
Uma revisão bibliográfica

Trabalho de pesquisa bibliográfica para conclusão da disciplina TCC 1 do curso de Enfermagem da Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológica do Piauí.
Orientadora: Profª.Ms. Maria Zélia de Araújo Madeira

TERESINA
2012
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 4
METODOLOGIA 7
RESULTADOS E DISCUSSÃO8
CONSIDERAÇÕES FINAIS 11
REFERÊNCIAS 12

1 INTRODUÇÃO

Inicialmente a AIDS foi associada a “grupos de risco”, tais como homossexuais e,posteriormente, a prostitutas, dependentes químicos e hemofílicos que viviam em grandes centros urbanos. Dessa forma, as pessoas acreditavam que, não fazendo parte desses grupos, estariam a salvo desse problema de saúde, além de reforçar o preconceito contra essas pessoas. (SANTOS, 2006.).
Entretanto, com o passar do tempo, o perfil dos clientes infectados pelo Vírus da Imunodeficiência Humana(HIV) sofreu uma transformação e qualquer indivíduo passou a ter a possibilidade de contrair o vírus e adquirir a doença. Não mais somente aqueles que tinham uma vida sexual considerada promíscua, mas a epidemia se alastrou para as pessoas independentemente de classes, raças e sexo.
As mulheres são, segundo dados do Ministério da Saúde (BRASIL, 2004b), a maioria da população brasileira e asprincipais usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS). Frequentam os serviços de saúde para o seu próprio atendimento, bem como, acompanhando crianças e outros familiares, pessoas idosas, com deficiência, vizinhos e amigos. Pensando nisso, o Ministério da Saúde criou os princípios e diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher para o período de 2004 a 2007. Dentre seus objetivosespecíficos pode-se citar:
- Ampliar e qualificar a atenção clínico-ginecológica, inclusive para as portadoras de infecção pelo HIV e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs);
- Promover, conjuntamente com o Programa Nacional – DST/AIDS, a prevenção e o controle das doenças sexualmente transmissíveis e da infecção pelo HIV/AIDS na população feminina (BRASIL, 2004b);
Para a maioria dasgestantes portadoras do HIV, a única oportunidade de acesso à avaliação sorológica, aconselhamento e profilaxia da transmissão vertical é na hora do parto. Estima-se que 15% a 30% das crianças, nascidas de mulheres infectadas adquirem o vírus por não ter sido realizada a profilaxia e que a intervenção com drogas anti-retrovirais (ARV) durante a gravidez, no trabalho de parto e no início da vida dorecém-nascido reduz de maneira importante a transmissão vertical, de 50 a 70% (CARVALHO, 2004).
Atualmente, o Brasil adota uma política de oferta universal do teste anti-HIV para as gestantes no pré-natal. No entanto, a realização do teste não pode ser compulsória. É obrigatório solicitar o consentimento verbal da mulher, devendo o exame ser acompanhado de aconselhamento pré e pós-teste.
O...
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