Gestão de conflitos na escola

Páginas: 5 (1132 palavras) Publicado: 6 de janeiro de 2011
|Ficha de Leitura |
|A RELAÇAO ESCOLA-FAMÍLIA-COMUNIDADE |
|INSERIDA NA PROBLEMÁTICA DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES ||Villas-Boas, Maria A. (n.d.) |
|Resumo – Arriscando uma tentativa de sintetizar não por palavras, mas por conceitos chave (que me parece fazer mais sentido, |
|tendo em conta a temática abordada), direi que os conceitos chave emanados do texto são: Interacção / Envolvimento / Cooperação |
|/Contextos / Relutância / Parcerias / Motivação / Ambivalência / Ensino-Aprendizagem / Mediação e Co-Responsabilização. |
|O resumo (descontando a redundância no epíteto) que serviu de base à feitura da presente ficha de leitura, transporta-nos para |
|um estudo real da relação tripartida Escola/Família/Comunidade, destacando o que me permito apelidar de relação dicotómica, |
|entre doismundos aparentemente inconciliáveis (ou não, dependendo dos esforços e vontades a implementar): o real e o ideal. |
|Maria Adelina Villas-Boas, destaca com particular veemência o papel de charneira assumido (ou melhor) idealmente a poder ser |
|assumido pelos professores. Esta ideia parece-me particularmente vincada no escrito produzido. Ou seja, a verificar-se uma |
|mudançasubstancial no paradigma educativo, em particular no que concerne ao envolvimento parental, impende sob a |
|responsabilidade da batuta dos professores um papel crucial de relevância inquestionável, capaz de alterar/melhorando de forma |
|substancial a qualidade do ensino e, por arrasto a qualidade de aprendizagem. |
|O repto final,perspectivado pela autora, é alicerçado na constatação dicotómica do envolvimento por parte dos professores. |
|Clarificando, se é defendido que cabe aos professores o papel primordial para alteração do status quo do envolvimento parental e|
|comunitário, também é igualmente verdade que os professores deliberadamente podem (e muitas vezes constituem) o principal |
|entrave à mudança. Oque a autora designa como “(…) atitude de ambivalência”. (Villas-Boas, p. 4) |
|Assim, para que se perspectivem alterações, “apenas” será necessário inverter “(…) a existência de muitos professores que não |
|parecem interessados em envolver-se em relações produtivas de aprendizagem com os pais dos seus alunos ou com a comunidade”. |
|(Villas-Boas, p. 13)|
|Comentário – Maria Adelina Villas-Boas, defende sem qualquer relutância e de forma comprovada que, o estreitar da colaboração |
|entre as escolas, as famílias e a respectiva comunidade é um percurso com ganhos potencialmente assinaláveis para todos os |
|envolvidos. A grande questãoparece remeter-nos para uma pergunta perfeitamente lógica: Porque é que esta realidade de |
|cooperação na prática oferece tantas resistências e normalmente não se efectiva. Aparentemente a resposta pode muito bem estar |
|na argumentação defendida por Virgínio Sá, ao citar Pedro Silva “Construir uma relação escola-família não-folclorista, |
|não-daltónica, significa naprática, construir uma relação assente na promoção da participação de todos (democracia |
|participativa e não apenas representativa). Conclui a ideia tese, defendendo que “Ora tal desiderato implica, entre outras |
|coisas, uma nova concepção de professor, um intelectual transformador dotado de “sensibilidade sociológica e |
|antropológica”(p.372), mas também...
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