Gerenciando o impulso ao trabalho: a motivação pelos incentivos e a autonomia individual

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UNIFACS – UNIVERSIDADE SALVADOR

CURSO: ADMINISTRAÇÃO








Resenha Crítica - Capítulo 7

Gerenciando o Impulso ao Trabalho: A Motivação pelos Incentivos e a Autonomia Individual









Salvador
2010

O Sonho de Poder Motivar


Segundo o autor asorganizações têm destinado muita atenção para a motivação do empregado no trabalho. Dando imenso destaque a este fator entre as áreas de preocupação da empresa justifica-se isso com a busca de uma relação mais satisfatória entre o funcionário e sua tarefa. O autor coloca a motivação como algo de extrema importância na execução das funções do funcionário, pois esta trás entusiasmo e dedicação nastarefas e isto resulta de maneira direta em termos de eficiência. A teoria da motivação veio de maneira a atender ao sonho dos dirigentes, as teses sobre motivação tratam dos aspectos internos do individuo e da organização e as crenças motivacionais indicam que os indivíduos podem facilmente ser manipulados por gestores. Essa possibilidade de fácil manejo atribui grande destaque as teoriasmotivacionais as conquistas das teorias de motivação as colocam como de fundamental importância para uma ação efetiva no meio organizacional.
Motivação no trabalho hoje é fundamental para que as pessoas produzam com todo o seu potencial dentro da organização existem fatores que ajudam neste processo, mas apenas o próprio individua pode se motivar para algo e isto ocorre a partir do olhar deste paraas situações afinal, as mudanças que ocorrem no meio organizacional podem ou não provocarem mudanças no funcionário isto vai ocorrer a depender de como estas
mudanças sejam encaradas por ele. Pois então, deve se otimizar a questão "motivação pessoal no trabalho", pois com uma atitude empresarial pode afetar como um todo os funcionários da organização acarretando em um rendimento muito superior dosempregados.


Atitudes Humanas sobre o Trabalho


Segundo o autor antes da teoria administrativa se preocupar com o trabalho e buscar associações entre a atitude humana sobre o trabalho e a produtividade organizacional, deveria se analisar o fato de que os homens caracterizavam o trabalho como algo desagradável, obrigatório, necessário e raramente visto como prazeroso. O trabalho eravisto como o contrario de lazer, este que envolve a autonomia do individuo sobre o tempo a ele dedicado, por outro lado o trabalho restringe a autonomia e significa conformidade com necessidades de sobrevivência.
A literatura referencia negativas ao trabalho como revela esta frase: “Você não pode comer 8 horas por dia, nem beber 8 horas por dia, nem mesmo fazer amor 8 horas por dia; a únicacoisa a fazer 8 horas por dia é trabalhar. Essa é a razão pela qual o homem faz sua própria vida e a de todos mais tão miserável e infeliz."
A visão cristã resgata o trabalho como algo intrinsecamente bom, tornando-o, alem de um dever de estado, uma forma essencial de engrandecimento individual de aquisição de méritos e virtudes. Na visão do senso comum antes das ciências do comportamentoe da administração, não retratava o trabalho como algo agradável, a não ser para os mais virtuosos, que tinham prazer não na tarefa em si, mas em praticar a virtude, rezando ou trabalhando. O mundo se entende assim como na frase de uma pobre mulher, trabalhadora rural: "eles (os ricos) não precisam trabalhar; não trabalham; não estão acostumados, por isso precisam do pobre (...) não pode ser tudorico, porque se for tudo rico não tem arroz nem feijão; eles não plantam; morrem de fome".
As atitudes humanas em relação ao trabalho sempre existiram sobre duas visões: a das organizações, em que o individuo trabalhador sempre estará insatisfeito independente do que o seja ofertado considerando neste caso a realidade trabalhista como algo positivo atualmente e a visão do empregado onde...
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