Geertz, cifford. nova luz sobre a antropologia. rio de janeiro: jorge zahar editor. 2001. págs. 111-124 – história e antropologia.

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SEMINÁRIO EM ANTROPOLOGIA II
PROFESSOR:
ALUNA:
TEXTO: Geertz, Cifford. Nova Luz sobre a Antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2001. Págs. 111-124 – História e Antropologia.
Clifford Geertz vem tratar em seu texto sobre o impacto do surgimento da ciência antropológica no campo da história. Partindo da questão da realidade funcional das datas, ele aponta para uma discussão de um possível fim de uma história política, baseando-se no sensacionalismo de escritores do assunto.
Entre as críticas de ambos os lados, acusam a história de uma falta de sensibilidade aos detalhes e de uma abordagem limitada a longa duração, enquanto aos antropólogos cai a crítica sobre a abordagem de muitos detalhes por vezes obscuros e considerados dispensáveis pelos historiadores. As críticas ainda se estendem: a antropologia se detém ao senso mundano, nos testemunhos orais (passíveis de invenções e condenado a força da memória) e os historiadores são acusados de possuírem um caráter elitista por se prenderem as fontes documentais. No entanto, ambas estão fadadas a objetivar outro tempo e outro lugar, caracterizando uma afetividade entre elas.
Entre diferenças e semelhanças, estas disciplinas acessam os campos uma da outra. Há antropólogos que acessam temas e métodos da história e vice-versa. Para Geertz, a melhor forma de examinar as mudanças de interesse é analisar as produções dos historiadores e antropólogos, que revelam que rumos estes acessos tem tomado.
Através desta análise de trabalhos de peso, ele acredita que salvaguardando metas e temas, os campos tendem a se unir de certa forma. Daí, o autor se debruça na análise de um grupo de historiadores sociais que se dão a práticas antropológicas e de outro composto de historiadores e antropólogos que descobrem interesses comuns entre as disciplinas para demonstrar dificuldades e realizações já avaliadas.
Os historiadores sociais são um grupo de Melborne. Suas obras analisadas tratam sobre o “desequilíbrio das formas

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