Frei luis de sousa

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Frei Luis de Sousa

Estrutura externa Estrutura interna

Ato I – cenas da I à XII Exposição e parte do Conflito
Ato II – cenas da I à XV Conflito
Ato III – cenas I à XII parte do Conlfito e Desenlace

Ato
Ato | Localização Espacial |
Ato I |Palácio de Manuel de Sousa Coutinho+ decoração + luz |
Ato II | Palácio de D. João de Portugal+ decoração pesada - luz |
Ato III | Parte baixa do Palácio de D. João de Portugal (Capela)- decoração - luz |

Ato | Localização Temporal |
Ato I | - início da ação-revelação dos antecedentes-incêndio e mudança |
Ato II | - chegada do romeiro-revelação de D. João de Portugal |Ato III | -Aniquilamento da família: morte de Maria- Entrada de D. Madalena e de D. Manuel em conventos (morte mundana, entrada no mundo espiritual) |

Ato | Didascálias |
Ato I | -Entrada de luz;-Ambiente alegre e harmonioso;-Possibilidade de sair para o exterior;-Contacto visual com o exterior;-Estatuto social elevado da família revelado através de luxuosa decoração;-Decoração alegre quedemonstra que a família era feliz. - Retrato de D. Manuel ocupa centralidade da ação (Noviço da Ordem religiosa de Malta);- Vestuário preto: fatalidade, tristeza, morte material;- Cruz branca: Esperança de Salvação. |
Ato II | - Espaço um pouco sóbrio e triste;- Escassamente iluminado;- Decoração sóbria, triste, sombria – anuncia a desgraça;- Retratos de Camões, D. Sebastião e D. João de Portugal -mistura de idealismo, patriotismo, desgraça e fatalidade; |
Ato III | - Luminosidade escassa;- Cenário propicia uma introspeção profunda, onde tudo indicia à entrada para a vida religiosa;- A cruz evoca sofrimento que alguém passará e morte para a vida mundana;- Morte para a vida mundana também representada pelo esquife. |

Caracterização das personagens
- Direta – está explicita- “ João,és um parvo!”
- Indireta – acções, atitudes e comportamentos

Caraterização das personagens

D. Manuel:
Predominantemente clássica = razão
* Nobre, honrado, culto, patriótico – dá importância a valores universais
* Apresenta argumentos lógicos e racionais para opor-se ao sentimentalismo de Madalena (Para ele, D. João morreu a defender a pátria e Deus – não vivem em pecado, podemviver o seu amor em paz, os tremores de D. Madalena são caprichos.
Predomínio dos atos de fala assertivo
NO ENTANTO:
* Observa-se o domínio do sentimento, por exemplo, quando entra em delírio pela doença da filha

D. Madalena:
Predominantemente romântica = sentimento/ emoção
* Angustia em enfrentar o destino (campo lexical de desgraça)
* Dificuldade em nomear a realidade queoprime, pelo que os correferentes são termos catafóricos

Predomínio dos atos de fala expressivos
Características do seu discurso: reticencias, frases exclamativas e curtas, interjeições, repetições, adversativas (mas), interrupções e hesitações.

Telmo:
* Desempenha o coro da tragédia clássica ( juntamente com Jorge) – aconselha, apela a prudência, é a voz da razão, anuncia o futuro,personagem pressagistica (agouros)

Personagens Principais

D. João, porque:
Nobre cavaleiro, está ausente fisicamente durante o I e o II ato da peça. Contudo, está sempre presente na memória e palavras de Telmo, na consciência de Madalena, nas palavras de Manuel e na intuição de Maria. Além disso, foi o seu desaparecimento que levou a todas as ações poesteriores.
D. Madalena, porque:
Provoca odesenrolar de toda a história, primeiro pelo casamento com D. João, segundo, com a união com D. Manuel, e terceiro, pela filha Maria. Estes 3 segmentos estão todos interligados fazendo desta, uma personagem constante em todas as cenas e a que tem mais falas.
D. Manuel – dá o título à obra
D. Maria – o percurso mais destrutivo

Tragédia ou Drama?

Drama
Prosa;
Não respeita as unidades de...
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