Fornos

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  • Publicado : 15 de abril de 2012
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Introdução
 Os processos de fundição dos metais consistem principalmente em aquecer os metais, fundindo-os e preenchendo moldes preparados com este metal líquido.  O aquecimento até o ponto de fusão é feito em fornos de fusão.  Podem ser de diferentes tipos, segundo o metal e a qualidade das peças que deseja fundir.
Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Tipos de Fornos Entre os principais tipos de fornos utilizados para a fundição estão:
• • • • • • Fornos Cubilô Fornos de Reverberação Fornos de Crisol Fornos Elétricos a Arco Fornos Elétricos por Indução Fornos Elétricos pro Resistência

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Tipos de Fornos
 Fornos Cubilô
• Fundição de Ferro

 Fornos de Reverberação
• Fundição do Aço

Fornos de Crisol
• Fundição do Ferro, do Aço, das Ligas Leves e das Ligas de Cobre

 Fornos Elétricos a Arco
• Fundição do Ferro e do Aço

 Fornos Elétricos por Indução
• Fundição das Ligas Leves

 Fornos Elétricos pro Resistência
• Fundição de toda classe de metais

Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Forno Cubilô
 Utilizado na maioria das fundições de ferro. Forno de cuba vertical  Cilindro de placas de ferro com revestimento refratário  Crisol: parte inferior, onde se deposita o Ferro Fundido.  Caixa de vento: alimentação do ar necessário para a combustão do carvão.
Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Forno Cubilô
 Ar soprado com pressão entre 0,03 e 0,10 kg/cm², controlado por manômetros.  Garantir boa temperatura efluidez do metal líquido.  Correto fluxo de ar para elevação da temperatura através da combustão completa do carvão.  Excesso de ar acarreta resfriamento do ferro líquido nos canais.
Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Forno Cubilô
 O ferro fundido é depositado entre os canais e a placa de fundo, na parte inferior do cubilô, permanecendo as escórias sobre a superfície doferro líquido.  A escória é evacuada por orifício adequado: escoriador.  Evita que as escórias alcançem os canais, provocando sua obstrução.
Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Forno Cubilô
 Na parte superior existe uma abertura chamada alçapão, onde é introduzida toda a matéria-prima para a fundição do ferro.
• • • • Ferro fundido Sucata Coque Calcário
Prof. BrennoFerreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Forno Cubilô
 Acima do alçapão termina o forno na chaminé, por onde ocorre a exaustão dos gases produzidos pela combustão do carbono entre outros.  Câmara de Fagulhas: evitar a saída destas para o exterior e consequentemente incêndios.  Cortina de água: eliminar completamente as fagulhas.
Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico Forno Cubilô
 Desvantagem:
• Não consegue grande quantidade de ferro fundido em uma única vez, pois precisa esperar o enchimento do crisol para cada vazamento, proporcionando uma marcha irregular de produção.
Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Forno Cubilô
 Solução:
• Instalação de antecrisol: O ferro fundido no cubilô passa imediatamente para um crisol externo.Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Forno Cubilô
 Funcionamento:
• Pré aquecimento do forno com queima de lenha no crisol: eliminar umidade que pode danificar o refratário. • Carregamento de coque até 1m acima dos canais de ventilação aproximadamente. Coque duro, denso e resistente para evitar fragmentação e queima rápida. (Carbono fixo: 90% mín. Cinzas: 10% máx.Enxofre: 1% máx.) • Carrega-se o ferro, com camadas alternadas de coque e fundente: formação de escórias fluidas.
Prof. Brenno Ferreira de Souza – Engenheiro Metalúrgico

Forno Cubilô
 Funcionamento:
• O Coque se queima com o ar projetado pelo ventilador, fundindo o ferro, que goteja no crisol. • A zona de coque não pode estar baixa, evitando a proximidade da zona de fusão do ferro com os...
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