Fluencia em ingles

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Fluência em inglês

Tenho recebido perguntas como essa ultimamente, Denilso, como você conseguiu se tornar fluente em inglês sem nunca ter morado em um país de língua inglesa?. Vou responder a ela para que todos conheçam uma técnica que usei para me ajudar a desenvolver a tão sonhada fluência em inglês e assim me tornar fluente em inglês. Portanto, senta que lá vem história!
Com 12 para 13anos de idade eu decidi que queriaaprender inglês. Não lembro as razões que me fizeram desejar isso; mas, lembro que foi nessa época que tomei a decisão. Fazer curso de inglês estava fora da minha realidade. Portanto, tive de me virar. Os livros eu pegava emprestados da biblioteca da escola em que estudava. Eu os devorava, lia tudo, fazia as atividades, via as respostas e vez ou outra pedia ajuda doprofessor de inglês da escola.
No começo eu estudava apenas a parte escrita: leitura de texto, regras gramaticais, lista de palavras, etc. Eu também fazia cópia de textos (para aprender a ortografia inglesa), brincava de jogo da memória com as palavras novas que aprendia, reescrevia as sentenças que aprendia levando em conta a gramática e coisas assim. Fiquei bom nesse negócio de ler e escreveringlês. O problema era falar e ouvir.
Lá pelos 17 anos, resolvi focar na melhora do falar e do ouvir. Para isso eu desenvolvi uma rotina de estudos diferente. Nessa altura do campeonato, eu já estava trabalhando. Logo, como eu tinha uma graninha, eu sacrificava alguns lanches na escola e usava as economias para comprar uma revista de inglês que vinha com fita cassete.
Com o tempo eu acumuleiinúmeras revistas, mas não as utilizava para estudar. Eu apenas comprava a revista, lia algumas coisas, anotava outras, escutava a fita cassete e pronto. Meu foco continuava sendo: gramática, escrita, leitura e palavra isoladas. Eu não percebia melhoras na fala e muito menos no ouvir. Decidi então tentar algo completamente maluco.
A cada semana eu escolhia um texto curto da revista (por curto merefiro a algo com cerca de 250 a 350 palavras). Eu me dedicava exclusivamente a esse texto ao longo da semana. A escolha do texto acontecia no domingo à noite. Assim, na segunda-feira eu já sabia o que fazer.
O texto escolhido era copiado em uma folha de caderno para que eu focasse apenas nele. Ao copiar o texto eu saltava algumas linhas da folha do caderno para fazer anotações caso necessário. Feitoisso o próximo passo era escutar o texto (eu tinha a fita cassete, claro!), pausava onde achava necessário e fazia anotações da pronúncia de palavras, expressões, sentenças completas, etc. O texto ficava cheio de anotações referentes à pronúncia (somente pronúncia). Feito isso eu escutava o texto várias e várias vezes e acompanhava a leitura mentalmente. Às vezes eu pausava e repetia o que estavasendo dito após a gravação original (eu verificava se minha pronúncia estava pelo menos próxima da original).
Eu também memorizava o texto. Isso mesmo! Eu decorava o texto inteiro e procurava recitá-lo mentalmente (o mais rápido que pudesse). Isso eu fazia quando estava dentro de um ônibus, na fila do banco, na sala de espera do médico, na sala de aula (principalmente, das aulas chatas), andandode bicicleta, caminhando na rua, tomando banho… Enfim, eu procurava ocupar todo tempo ocioso para recitar o texto mentalmente em inglês. Aqui vale dizer que após algum tempo eu comprei um walkman para ouvir o texto quando me esquecia de algo. Isso ajudava a dar uma turbinada na memória.
Essa era a minha rotina de estudo de segunda a quinta. O objetivo era ter o texto na ponta da língua. Em casaeu tirava alguns minutos (cerca de 30 minutos por dia) para ler e recitar o texto em voz alta. Eu me sentia um ator me preparando para a gravação de uma cena. Eu tinha que decorar minha fala.
Toda sexta-feira era o dia da prova oral: eu mesmo me avaliava e decidia se estava bom. Para isso eu fazia o seguinte: tocava o texto no toca-fitas (ou walkman) e dizia tudo em voz alta. Detalhe: eu...
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