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carrinho (C) tem um movimento retilíneo uniforme porque a resultante das forças aplicadas neste corpo é nula, pois o corpo suspenso (p) deixou de exercer ação sobre o carrinho (C). Além disso, podemos comprovar que a força resultante é nula pelo facto de a velocidade ser constante e a aceleração consequentemente nula. É de referir ainda que o carrinho (C) está num sistema conservativo, pois nãoexiste nenhuma força que seja contrária ao movimento (despreza-se o atrito, nesta atividade, tendo em conta os reduzidos valores do mesmo).

Resposta: mesmo quando o carrinho está em repouso existem forças a actuar sobre ele, pois o facto de o carrinho não se mover significa que nenhuma das forças a que está sujeito é dominante, isto é, a força normal, e a força gravítica têm a mesmadirecção, sentidos opostos, o mesmo ponto de aplicação e a mesma intensidade, daí a resultante do sistema de forças ser nula.
Para que o carrinho entre em movimento é necessário ser aplicada uma força com intensidade superior que a força de atrito, desta forma a resultante destas duas forças já não é nula, tem a direcção e o sentido do movimento, ou seja, verifica – se uma variação de posição evelocidade no decorrer do tempo. Neste sentido havendo uma variação da velocidade implica haver aceleração.
egundo Aristóteles todos os corpos celestes no Universo possuíam almas, ou seja, intelectos divinos que os guiavam ao longo das suas viagens, sendo portanto estes responsáveis pelo movimento do mesmo.
Existiria, então, uma última e imutável divindade, responsável pelo movimento de todos osoutros seres, uma fonte universal de movimento, que seria, no entanto, imóvel. Todos os corpos deslocar-se-iam em função do amor, o qual nas últimas palavras do Paraíso de Dante, movia o Sol e as primeiras estrelas. Aristóteles nunca relacionou o movimento dos corpos no Universo com o movimento dos corpos da Terra.
Dizia, em suma, existirem duas espécies de movimento: o dos corpos terrestres e odos corpos celestes. Um corpo tinha um lugar natural e os corpos caíam para chegar ao seu lugar natural, opondo resistência a qualquer esforço que tentasse retirá-los desse lugar. Um corpo para se mover exigia a presença contínua de uma força. 
Até Galileu, a hipótese de Aristóteles era incontestada, embora a sua explicação fosse pouco plausível. Para contrariar esse pensamento, o sábio florentinoanalisou o problema de uma forma oposta. Por exemplo, vamos supor que alguém empurra um carrinho numa superfície plana. Se parar de empurrar, o carrinho percorrerá ainda uma certa distância antes de cessar o seu movimento. Esta distância pode aumentar, se a superfície for muito lisa e as rodas do carrinho estiverem bem lubrificadas. Portanto, à medida que se diminui o atrito entre o eixo docarrinho e as suas rodas, e estas entre a superfície, a redução da velocidade será cada vez menor.
Galileu supôs que, se o atrito entre o objecto que se encontra em movimento e a superfície fosse eliminado por completo, o objecto deveria continuar indefinidamente o seu movimento, após o impulso inicial. Este realizava experiências reais e pesadas e idealizou uma experiência em que previu que uma bola,largada de uma determinada altura ao longo de uma rampa sem atrito, rolaria exactamente até à mesma altura numa rampa semelhante colocada em frente da anterior, independentemente do comprimento real da trajectória, tal como sugere a figura 3.
Então, em 1628, Galileu Galilei enunciou, no seu livro Diálogo sobre as duas novas ciências, uma primeira definição de inércia: “Um corpo continuará amover-se com uma velocidade constante numa superfície infinita sem atrito
Isacc Newton, por sua vez, foi quem, com base nos estudos de Galileu, desenvolveu os principais estudos acerca do movimento, concebendo leis abrangentes aceites ainda contemporaneamente. Em suma, afirmava que os movimentos da Terra e dos céus obedeciam às mesmas leis. Na ausência de forças, na sua opinião, um corpo em repouso...
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