Fixamento do livro republica

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A República – Platão

Faculdade de Tecnologia e Ciências-FTC
Aluno Willian Almeida
Tema Filosofia e Política


|Titulo: | A República |
|Autor(es): | Platão ||Organizador (es): | Martin Claret |
|Editora: | Martin Claret |
|Tradutor: | Pietro Nassetti ||Título original da obra: | IIOAITEIA (Politéia) |
|Edição: | 3ª Edição |
|Local de publicação: | São Paulo - SP|
|Data da publicação: | 4ª reimpressão - 2012 |
|Coleção: |Coleção a obra-prima de cada autor |
|Páginas: | 321|
|(para livros na internet) |http://www.revistaliteraria.com.br/PlataoRP.pdf |
|Disponível em: | |
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|O livro A REPÚBLICA, narra um dialogo socrático descrito por Platão, discípulo de Sócrates. Onde o narrador Sócrates debate questões|
|como a justiça, a estética, idéias filosóficas e a criação de um Estado Ideal. |
|Os personagens que se destacam na obra são Sócrates e Glauco.|

LIVRO I Sócrates
• Diálogo sobre a velhice com Céfalo

“(…) Mas, quer quanto a estes sentimentos, quer quanto aos relativos aos parentes, há uma só e única causa: não a velhice, ó Sócrates, mas o caráter das pessoas. (…)” p.13

• Dialogo sobre a justiça com Polemarco


“(…) No entanto, ainda continua a parecer-me que a justiça é auxiliar os amigos eprejudicar os inimigos. (…)

SÓCRATES – Segundo o teu raciocínio, é então justo fazer mal a quem não cometeu qualquer injustiça?
POLEMARCO - De nenhum modo, Sócrates. Isso me parece um raciocínio perverso.
SÓCRATES – Então, é justo prejudicar os injustos e ajudar os justos?
POLEMARCO – Esse raciocínio já me parece mais perfeito do que o anterior.
SÓCRATES – Portanto, Polemarco, aconteceráque, para muitos, quantos errarem no seu juízo sobre os homens, será justo prejudicar os amigos, pois são maus a seus olhos, e ajudar os inimigos, pois os têm por bons. (…)” p. 19
LIVRO II
• Discussão sobre a essência e origem da justiça


“(…) Dizem que uma injustiça é, por natureza, um bem e sofrê-la, um mal, mas que ser vítima de injustiça é um mal maior do que o bem que há emcometê-la. (…)” p. 45

“(…) ninguém é justo por sua vontade, mas forçado, por entender que a justiça não é um bem para si, individualmente, uma vez que, quando cada um julga que lhe é possível cometer injustiças, comete-as. (…)” p. 47

“(…) Portanto, não nos demonstre apenas, com a tua argumentação, que a justiça vale mais do que a injustiça, mas também por que motivo, pelos efeitos que cada uma...
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