Fisica

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Objetivos: Construção de tabelas e gráficos, escalas especiais para construção de gráficos e ajuste de curvas à dados experimentais.

2.1 Construção de Tabelas e Gráficos

A apresentação de dados experimentais em forma de gráficos é uma técnica usada em todas as áreas do conhecimento. A análise gráfica é muito útil, pois permite, em muitos casos, descobrir a lei que rege o fenômeno atravésde uma visualização imediata do comportamento de suas variáveis.
Após a realização de um experimento, geralmente temos em mãos um conjunto de dados que podem ser apresentados em tabelas e/ou gráficos. As tabelas e os gráficos devem ser construídos na forma mais clara possível para quem lê o trabalho de forma que se tenha uma interpretação correta dos dados.


2.2 Construção de umaEscala Linear

Para construir uma escala linear em um certo segmento de reta (chamado de eixo), deve-se conhecer, inicialmente o tamanho deste segmento (L). Deve-se conhecer a diferença entre os valores máximo e mínimo da grandeza medida. Essa diferença será representada por “D”. Dividindo-se “L” por “D”, obtém-se uma certa constante denominada de módulo da escala (Mod).
Por exemplo,considere a tabela a seguir para ser marcada em uma escala linear de 18 cm de comprimento.
|Força (N) |4 |9 |20 |26 |32 |


O intervalo das medidas é D = 32 – 4 = 28 N e o comprimento do eixo é L = 18 cm. Portanto, o modulo da escala, é dado por: Mod = 18/28 = 0,6428 cm/N. Este resultadoindica que cada unidade da força será representada por um comprimento igual a 0,6428 cm. A escala deve ser construída, então, com espaçamentos iguais de 0,6428 cm. Como se percebe, o módulo da escala acima é inconveniente para se trabalhar e, portanto, adota-se um número melhor que facilite as marcações. Na escolha deste melhor número para representar o módulo Mod, o arredondamento deverá ser semprepara menos e deve ser tal que seja utilizado pelo menos 2/3 do comprimento L ( por razões estéticas). No exemplo acima, um número conveniente para representar o módulo da escala seria 0,5 cm/N. Escalas do tipo 1:3, 1:7 e 1:9 devem ser evitadas, pois dificultam a marcação de submúltiplos dos valores da escala.
Em tabelas onde o valor mínimo é próximo de zero, como no exemplo acima, éaconselhável incluir o zero para efeito de cálculo do módulo Mod. Isto pode ser feito quando for necessária a apresentação da origem da escala. Nestes casos, divide-se comprimento disponível L pelo valor máximo de grandeza: Mod = 18/32 = 0,5625 cm/N. Com d determinação do módulo, obtêm-se os comprimentos que representarão cada uma das medidas da tabela.
No exemplo anterior considerando-se omódulo como 0,5cm/N, tem-se a correlação dada pela tabela 2.1.
|Força (N) |4 |9 |20 |26 |32 |
|Distância (cm) |2,0 |4,5 |10,0 |13,0 |16,0 |


Tabela 2.1 – Comprimento em cm que representa cada valor de Força.Note que para obter o ponto correspondente à força, basta multiplicar o Mod pelo valor da força. É tecnicamente errado, ao se montar o eixo da escala, representar nela as medidas da tabela. O que se usa fazer é representar no eixo da escala pontos igualmente espaçados, marcando e destacando cada um deles. Indica-se, abaixo de cada ponto, o valor respectivo da grandeza, sem, no entanto,sobrecarregar a escala com excesso de números. Em suma, deve-se sempre observar o aspecto da escala, procurando construí-la de modo a se ter uma boa visualização de seus valores.

2.3 Escalas Especiais

Em alguns casos a escolha de uma escala inadequada na construção de um gráfico, pode indicar, visualmente, uma informação confusa sobre o experimento.

2.4 Ajuste de curvas a dados...
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