Fininças

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UNIFIEO

Cálculos Financeiros

2011

INTRODUÇÃO 3
RISCO ....................................................................................................................................4
CONCEITO DE VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO 4
CONCEITO DE FLUXO DE CAIXA 6
1. PRINCIPAIS FUNÇÕES DA HP-12C 8
2. JUROS 20
2.1 TAXA DE JUROS 21
3. CAPITALIZAÇÃO SIMPLES OU LINEAR 24
3.1CÁLCULO DOS JUROS 24
3.2 CÁLCULO DO CAPITAL 25
3.3 CÁLCULO DA TAXA 26
3.4 Cálculo do Prazo 27
3.4 MONTANTE ou VALOR FUTURO 29
3.5 VALOR PRESENTE 31
3.6 CHEQUE ESPECIAL E O MÉTODO HAMBURGUÊS 34
4. CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA OU EXPONENCIAL 37
5. TAXAS DE JUROS - CONTINUAÇÃO 46
5.1 TAXA NOMINAL 46
5.2 TAXA EFETIVA 47
5.3 TAXAS EQUIVALENTES 49
ESQUEMATIZAÇÃO PARA ANÁLISE DEUSO DE TAXAS 53
6. PRESTAÇÕES/RENDAS 54
6.1 Prestações Postecipadas (Séries Uniformes) 54
6.2 Prestações Antecipadas - (Séries Uniformes) 60
7. TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) – (séries não uniformes) 63
8. VALOR PRESENTE LÍQUIDO - VPL (ou NPV) 68
FLUXOGRAMA PARA DO USO DAS FÓRMULAS 71
9. SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS 72
9.1 SISTEMA FRANCÊS DEAMORTIZAÇÃO - PRICE 73
9.2 Sistema de Amortização Constante – SAC 75
10. VALOR PRESENTE DE UMA SÉRIE/INSERÇÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO 79
11. CONSTRUÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DE UM PROJETO DE INVESTIMENTO 83
12. TOMADA DE DECISÃO 93
12.1 A Taxa de Desconto ou o Custo do Capital 93
12.1.1 Associação do Risco com o Custo de Capital 93
12.1.2 Análise do Risco após o VPL 95
13. VALOR PRESENTELÍQUIDO (VPL) 96
13.1 A Taxa Interna de Retorno (TIR) como rentabilidade 96
13.2 A Taxa Interna de Retorno (TIR) como Risco 97
14. RENTABILIDADE DO PROJETO 98
14.1 Retorno Adicional sobre o Investimento (ROIA) 98
15. VALOR PRESENTE LÍQUIDO ANUALIZADO (VPLa) 100
16. PERÍODO DE RECUPERAÇÃO DO INVESTIMENTO (Pay-back) 101
Exercícios propostos para a tomada de decisão 104REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 105

INTRODUÇÃO

O estudo de finanças pressupõe o conhecimento de conceitos básicos bem como técnicas para elaboração de cálculos financeiros. A essa junção de conceitos básicos e técnicas deu-se o nome de instrumentos. Tanto os conceitos básicos como as técnicas não são ensinadas no ensino fundamental, sendo, portando, um estudo especializado em finanças. Sãoinstrumentos que permitem a operação nos mercados financeiros e que regularmente estão relacionados com a matemática do ensino médio. Para que o curso possa atingir os seus objetivos supõe-se que o aluno possua uma base sólida da matemática do ensino médio.
Pode-se dizer que a dificuldade quantos aos instrumentos pode ser subdividida em duas partes. A primeira relaciona-se aos cálculosmatemáticos que precisam ser dominados e que os alunos com sólida formação matemática não apresentam dificuldade alguma. A segunda diz respeito aos conceitos e definições. Muitas vezes o aluno subestima a necessidade de memorização desses conceitos e definições. Entretanto, se os conceitos não forem memorizados podem ser aplicados de forma inadequada, resultando em erros.
Esses erros não decorremde cálculos, mas da aplicação em um contexto errado. Assim, sugere-se ao aluno dar importância à memorização de conceitos e definições.
Este estudo financeiro se divide em duas partes básicas: a primeira envolve cálculos e a segunda onde estes cálculos são utilizados. O Sistema Financeiro Nacional e os Mercados em geral e em particular o mercado de ações.

O que é a MatemáticaFinanceira?

A Matemática financeira é uma matemática do ensino médio aplicada aos cálculos financeiros. Nesse processo de aplicação, muitos conceitos novos surgem e novas fórmulas são estabelecidas, mas nada que sofistique o assunto além do nível de matemática aprendido no ensino médio. Não significa que os problemas se tornem fáceis; existem problemas de matemática financeira de razoável...
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