Filosofia

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Concordo. Embora uma acção seja um acontecimento (que ocorre, tal como um tremor de terra ou a queda de uma folha morta, numa determinada região do espaço durante um certo período de tempo), é um acontecimento distinto de um tremor de terra ou da queda de uma folha morta, porque a ocorrência destes acontecimentos não envolve qualquer agente, enquanto uma ação é um acontecimento que envolve umagente; mais precisamente: uma acção é um acontecimento que consiste em algo que um agente faz intencionalmente.
2. O egoísta psicológico defende que os seres humanos agem apenas por motivos egoístas, isto é, cada um faz apenas aquilo que julga ser mais vantajoso para si próprio. O egoísta psicológico argumenta do seguinte modo: Quando agimos voluntariamente, fazemos sempre aquilo que nós própriosmais desejamos; logo, somos todos egoístas. Quando beneficiamos os outros, fazemo‐lo porque isso nos dá prazer; logo, somos todos egoístas
3. Mesmo que seja verdade que, quando agem voluntariamente, as pessoas se limitam a fazer aquilo que mais desejam, daí não se segue que todos esses actos sejam egoístas. O que determina se alguém é ou não egoísta é o objecto do desejo. Se desejarmos apenas onosso bem e não nos preocuparmos com os outros, então somos egoístas; mas se tivermos em conta as outras pessoas, se quisermos que vivam bem e sejam felizes, então a nossa ação não é egoísta. Mesmo que beneficiar os outros nos dê prazer, isso não significa que beneficiamos os outros de modo a obter prazer. Não é a expectativa de obter prazer que é a causa ou o motivo da acção, pois o prazer pode serapenas um efeito da ação. Sentimos prazer ao fazer bem a um amigo porque gostamos dele, mas não gostamos dele por causa desse prazer.
4. O determinismo é a tese de que todos os acontecimentos estão causalmente determinados por acontecimentos anteriores e pelas leis da natureza.
5. O determinismo ser falso é uma condição necessária para haver livre‐arbítrio; haver livre‐arbítrio é uma condiçãosuficiente para o determinismo ser falso.
6. De acordo com o texto, há vários factos (fazer escolhas, deliberar sobre o futuro, decidir, etc.) que “parecem implicar que somos livres”, “e que aquilo que realmente fazemos é escolha nossa e responsabilidade nossa”. Contudo, esta “crença na liberdade parece estar em conflito com o determinismo” que encontramos na natureza. Ora, o problema dolivre‐arbítrio consiste em tentar compatibilizar o determinismo que encontramos na natureza com a crença de que somos livres. Podemos realmente ser livres num universo determinista? Ou temos de aceitar que a liberdade é uma ilusão, porque tudo está determinado? Ou será que o universo não está inteiramente determinado precisamente porque somos livres?
7. *Concordo*. O determinismo radical é a teoria segundo aqual não temos livre‐arbítrio e todos os acontecimentos estão determinados. Ora, se o determinismo radical for uma teoria verdadeira, então não temos livre‐arbítrio. Mas se não temos livre‐arbítrio, não poderemos ser moralmente responsáveis. Logo, é absurdo louvarmo‐nos e culparmo‐nos uns aos outros pelos nossos atos e omissões. Se é verdade que todas as nossas acções são o resultado de causasque escapam ao nosso controlo e dominam completamente a nossa vontade, então o louvor e a culpa não fazem sentido. Que sentido teria louvar uma pessoa por uma acção e culpar outra por outra acção, se ambas fazem o que estão determinadas a fazer?*Não concordo*…
8. O libertista defende a ideia de que há escolhas livres, isto é, defende que há livre‐arbítrio e que nem todos os acontecimentos estãodeterminados. O libertista argumenta que não podemos evitar vermo‐nos como seres dotados de livre‐arbítrio e que no próprio acto de tomar uma decisão exercemos o livre‐arbítrio. As nossas escolhas são livres na medida em que resultam apenas das nossas deliberações. A deliberação racional é algo que está sob o controlo do agente e que pode dar origem a novas cadeias causais de acontecimentos; a...
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